“Projeto de Flávio é anexar o Brasil aos interesses de Trump”, denuncia Orlando

Deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP), ex-ministro dos Esportes e candidato à reeleição (Foto: Reprodução - Instagram)

“A família Bolsonaro foi articuladora do tarifaço de Trump contra o Brasil, que afetou vários produtos, empresas, empregos e atingiu a economia brasileira”, afirmou o deputado federal

O deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP) denunciou que a família Bolsonaro trai o Brasil ao querer entregar o país aos Estados Unidos, articulando com Donald Trump o tarifaço contra a economia brasileira.

“Não há outro nome para a conduta dessas pessoas: traição. Traição à pátria. São traidores da pátria brasileira, que tentam fazer com que o nosso país seja anexado política e economicamente à economia e aos interesses dos Estados Unidos da América”, afirmou o parlamentar em suas redes sociais.

O “programa” da família Bolsonaro é entregar o Brasil para que Donald Trump controle, ferindo “a soberania do Brasil”.

“Não por acaso o Eduardo Bolsonaro, o ‘bananinha’, já está lá conspirando há muito tempo. Não por acaso ele foi premiado com o Green Card. Ele tem direito a morar lá porque é serviçal dos americanos”, apontou.

“A família Bolsonaro foi articuladora do tarifaço de Trump contra o Brasil, que afetou vários produtos, empresas, empregos e atingiu a economia brasileira”, completou o deputado federal.

Orlando Silva comentou que Donald Trump chamou a Venezuela de 51º Estado dos EUA, após ter invadido o país e sequestrado o presidente Nicolás Maduro.

“A Venezuela não é o 51º estado americano, e o Brasil não será o 52º estado americano. Nós vamos derrotar Flávio Bolsonaro e mostrar que quem manda no Brasil é o povo brasileiro e que soberania não se negocia”, destacou Orlando.

No caso da Venezuela, o deputado disse que a invasão ocorreu por conta das reservas de petróleo, que, segundo Trump, têm valor estimado de US$ 40 trilhões. Desde a invasão, os EUA tomaram o controle da comercialização do petróleo venezuelano. “Isso se chama imperialismo”, resumiu Orlando.

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