Em Teerã, Isfahan e Yasuj e nas principais cidades iranianas, milhões denunciaram o covarde assassinato do seu líder máximo e exigiram justiça
Milhões de iranianos ocuparam as ruas do país em memória ao seu líder máximo, o aiatolá Ali Khamenei, assassinado covardemente no sábado (29) em um ataque conjunto dos Estados Unidos e de Israel, covardia que interrompeu abruptmente as rodadas de negociações entre Irã e EUA.
Expressando o sentimento luto coletivo, a população ergueu retratos de Khamenei, agitou faixas e segurou bandeiras anti-imperialistas e antissionistas nas principais cidades, desde a capital, Teerã, Isfahan e Yasuj, até os menores vilarejos. Inúmeros vídeos dessas concentrações estão sendo reproduzidos nas redes sociais, dando a dimensão da repulsa a Trump e Netanyahu e o sentimento de amor pela pátria e de vingança aos agressores.
Pelas imagens, é possível não só ver pessoas entoando palavras de ordem nas marchas fúnebres, como a determinação da resposta de um povo com gigantesco sentimento de união e solidariedade diante do sofrimento pela perda.
Com filas de manifestantes até onde a vista alcança, a própria multidão é tão gigantesca que não se distinguem as ruas.
Diante da perda sofrida pela nação, as autoridades decretaram 40 dias de luto público e sete dias de feriado.
Em razão das ameaças de Trump de que “bombas cairão por toda parte”, sem distinção de áreas civis ou não – como vem ocorrendo – o governo iraniano pediu que a população fique abrigada.
Como resposta ao disparate, o país persa já lançou várias ondas de mísseis balísticos contra Israel, bem como contra bases americanas localizadas pelo Oriente Médio.
A Guarda Revolucionária Islâmica anunciou que as Forças Armadas do Irã vão lançar em breve a operação ofensiva mais devastadora de sua história contra Israel e os Estados Unidos.










