Luciana festeja aprovação do PL de pós-graduandos na Previdência: “conquista da ciência brasileira”

Ministra da Ciência e Tecnologia, Luciana Santos, fala da conquista em vídeo (Foto: Reprodução - Instagram)

“É uma luta histórica que está sendo conquistada e realizada no governo do presidente Lula”, disse a ministra

A ministra da Ciência e Tecnologia, Luciana Santos (PCdoB), celebrou a aprovação na Câmara do PL que inclui os bolsistas de pós-graduação na Previdência Social e disse que essa era uma “luta histórica” da ciência brasileira.

A medida vai beneficiar cerca de 150 mil pesquisadores.

Luciana Santos apontou que a medida beneficia as pessoas que estão no “que a gente chama de chão de fábrica da ciência”.

“Esse pessoal que sustenta, junto com os professores e professoras, com cientistas, nos institutos privados, mas principalmente com os institutos de ciência públicos e das nossas universidades, essa excelência de pesquisa que a gente vê acontecer no país”, declarou a ministra.

“É uma luta histórica que está sendo conquistada e realizada no governo do presidente Lula”, disse.

“Não estamos falando apenas de números, mas do reconhecimento real de milhares de estudantes e pesquisadores. Pessoas que dedicam suas vidas à inovação, mas que, até hoje, seguiam sem o amparo da proteção previdenciária”, escreveu em suas redes sociais.

Luciana falou que acompanha o tema desde quando era deputada federal e “ver essa celebração na condição de ministra da Ciência e Tecnologia tem um gostinho todo especial”.

A deputada Alice Portugal (PCdoB-BA), autora do projeto, declarou que a aprovação do texto é uma “grande vitória na proteção do trabalho dos que serão os alto-especializados no Brasil”.

O relator do projeto, deputado Ricardo Galvão (Rede-SP), comentou que o PL corrige uma distorção histórica que facilitava que pesquisadores brasileiros saíssem do país. “A Ciência brasileira não pode mais esperar. Valorizar pesquisadores é condição para o desenvolvimento do Brasil”, afirmou.

Galvão foi presidente do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e foi demitido por Jair Bolsonaro depois que o órgão divulgou dados que mostravam que o desmatamento estava crescendo naquele governo.

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