Nunca tinha havido uma traição pública tão escandalosa como a que o “rachadinha” fez no Texas. Mesmo Silvério traiu às escondidas. O bajulador de agora quer entregar o Brasil à luz do dia a Trump e escravizar o povo brasileiro
No último fim de semana o filho “01” de Jair Bolsonaro, que é o candidato marionete do pai – que está preso por tentativa de golpe de Estado e por planejar o assassinato de Lula, seu vice, Geraldo Alckmin e o ministro do STF, Alexandre de Moraes – foi a um evento de fascistas no sul dos EUA e prometeu que, se eleito, vai entregar tudo do Brasil para Trump explorar.
Sim. Foi exatamente isso o que aconteceu no Texas. Flávio Bolsonaro, o “rei da rachadinha”, que é ligado aos golpistas, às milícias e ao crime organizado, participou de um evento de fanáticos e supremacistas no estado mais reacionário dos EUA e implorou por uma intervenção do governo dos EUA nas eleições brasileiras deste ano. Além disso, o serviçal ofereceu as terras raras brasileiras – o Brasil tem a segunda maior reserva do mundo – para “socorrer” Trump em seu desespero por estar sendo ultrapassado pela China socialista.
Não é a primeira vez que a família Bolsonaro trai descaradamente o Brasil. Quando Trump impôs, no ano passado, o criminoso tarifaço contra os produtos brasileiros, Flávio Bolsonaro aplaudiu, ficou ao lado de Trump e pediu mais sanções contra o Brasil. Seu irmão, o conspirador Eduardo, conhecido como Dudu “bananinha”, se mudou para os EUA para conspirar de lá contra o Brasil. Poucas vezes na história se viu uma traição à pátria tão descarada quanto a dele e de Flávio.
Traição como essa da família Bolsonaro é uma caso de polícia. Há poucos antecedentes históricos que podem ser comparados ao que os “irmãos metralha” e seu pai presidiário fizeram e estão fazendo contra o Brasil. Quando se assiste ao discurso de Flávio Bolsonaro no evento de fascistas no Texas, o que vem à mente é a figura asquerosa de Silvério dos Reis, o traidor da Inconfidência Mineira. Ele também ofereceu os minérios brasileiros aos exploradores daquela época.
Silvério e Calabar também eram vira-latas e puxa-saco das metrópoles. Um de Portugal e outro da Holanda. Eles apunhalaram o país pelas costas, como fazem agora os bolsonaros. Calabar e Silvério, como os irmãos Bolsonaro, defenderam “intervenções estrangeiras” e traíram o processo político do país. Exatamente o que fez o bajulador ao se arreganhar a Trump e aos fanáticos no Texas. Ele quer que o governo dos EUA intervenha na eleição de novembro. É um lambe-botas.
Silvério traiu o país para socorrer a Coroa portuguesa que estava apodrecendo. Ele permitiu, com sua traição, que os portugueses seguissem explorando o Brasil por mais tempo. Flávio Bolsonaro agora faz exatamente a mesma coisa. Oferece as riquezas do Brasil para “socorrer” Trump. Flávio das “milícias” e Silvério dos Reis são muito parecidos. São dois traidores que o país rejeita e despreza. A única diferença é que agora o povo está mais esperto e não vai deixar a traição prosperar.
Silvério conseguiu que a repressão se abatesse covardemente sobre Tiradentes, tirando-lhe a vida. Calabar entregou os patriotas à sanha exploradora dos holandeses, mas, em Guararapes, os brasileiros já colocaram um ponto final em tudo. Agora, a coisa também vai por aí. Em 2022, o Brasil derrotou o golpe bolsonarista que visava assassinar Lula e seus auxiliares. O povo enterrou o golpe fascista e salvou o país. E não vai permitir agora que o filho, débil mental, do golpista volte a conspirar de dentro do Planalto.
O Brasil quer seguir o seu caminho. Quer se desenvolver. Quer ser independente e autônomo. Quer o bem-estar de sua gente e não a sua escravização sob Trump. O Brasil não aceita ser quintal de ninguém. E o que o bolsonarismo defende é a rendição e a humilhação do Brasil perante o império falido dos EUA. A submissão bolsonarista a Trump é o caminho para a escravização e à miséria. O que Lula defende é exatamente o oposto de tudo isso. Ele quer seguir em frente. Consolidar a independência, desenvolver nossas forças produtivas e melhorar a vida do povo. Vamos derrotar a tralha fascista e a traição bolsonarista.
SÉRGIO CRUZ











