Quebra de sigilo das investigações do filme Dark Horse desmontou a farsa bolsonarista. Além de pegar dinheiro do dono do Master, Flávio também meteu a mão em emendas parlamentares
Nos últimos dias o Brasil assistiu a uma verdadeira virada no noticiário. André Mendonça tinha conseguido blindar os crimes de Flávio Bolsonaro e transformar Lulinha e Alexandre de Moraes nos vilões da República. Eles tinham conseguido acoitar os crimes de Flávio e espalhar detritos no ventilador.
Agora tudo está voltando ao normal, graças a atuação firme do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele esclareceu que o criminoso é Flávio Bolsonaro. Foi ele que cometeu crime ao embolsar R$ 65 milhões do banqueiro ladrão, Daniel Vorcaro. É ele que tem que prestar contas ao país. Dino colocou as coisas no seu devido lugar.
A tentativa de André Mendonça de destituir a direção da Polícia Federal funcionou mais como um tiro no pé do bolsoarismo. Foi exatamente Andrei Rodrigue que prendeu Daniel Vorcaro. Foi ele também que enjaulou os ladrões do INSS. Tentar afastá-lo sob a alegação fajuta de que ele tinha vínculos com o dono do Master, como fez Mendonça, desmoralizou a trama. E a derrubada do sigilo da investigações sobre o filme Dark Horse acabou de desmascarar o bolsonarismo.
A operação desta quinta-feira (10), determinada por Flávio Dino, apontou que havia dinheiro público desviado para o filme laudatório de Jair Bolsonaro. Esta era mais uma mentira de Flávio. A de que não havia dinheiro público envolvido no escândalo do Master. Emendas paramentares regaram também o filme propaganda dos bolsonaros.
Isso sem falar que dos R$ 65 milhões que Flávio embolsou. É evidente que grande parte desse dinheiro é dinheiro público. Afinal, Vorcaro roubou de servidores públicos, de aposentados e do banco público de Brasília, o BRB. Só neste último o rombo foi de R$ 5 bilhões e quem terá que pagar será o contribuinte. É claro que é mentira de Flávio que não havia dinheiro público neste escândalo.
Agora não há mais como protelar as investigações, como fez André Mendonça. Ele passou 120 dias sentado em cima do inquérito do escândalo envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro e atacando outras pessoas. Uma estratégia para acobertar e defender o seu candidato, colocar seus crimes para debaixo do tapete, e atacar os adversários. Acabou. Agora a casa caiu. O criminoso é Flávio Bolsonaro. É ele que tem que dar explicações ao Brasil. E a sociedade exige que tudo se esclareça. Principalmente o destino dos R$ 65 milhões embolsados por Flávio.










