Lula é um democrata convicto. Defensor sincero da soberania nacional. Em seus governos, o salário mínimo e o Bolsa Família cresceram mais que a inflação. Combateu o feminicídio. Aprovou salário igual para as mulheres.
E o Flávio Bolsonaro? É uma nulidade, um zero à esquerda, farsante, mentiroso, associado ao crime organizado, comprovadamente um ladrão golpista e um traidor da Pátria.
Nada disso é segredo. Está na boca do povo, nos jornais e na televisão. A dez dias das eleições, as mais decisivas de nossa história, o povo brasileiro está para decidir quem será o próximo presidente: se o metalúrgico Lula, para seu quarto mandato, ou se a volta do negacionismo bolsonarista.
São os fatos: Lula, nos três mandatos, significou o fortalecimento da democracia, a melhoria das condições de vida do povo, com aumentos reais do salário mínimo e reajuste no Bolsa Família para 20 milhões de famílias, a construção de 20 universidades, o apoio ao estudante do ensino médio e a defesa da soberania nacional no Plenário da ONU.
E o bolsonarismo? Quando foram governo, um desastre para o país. Foram responsáveis pela morte de mais de 700 mil brasileiros na pandemia, ao sabotarem a vacinação em massa. Tentaram dar um golpe de estado quando perderam as eleições. São associados às milícias no Rio de Janeiro. Parceiros de Daniel Vorcaro, o chefe da maior quadrilha financeira do país.
Então, qual é a dúvida?
São as dores do crescimento, a falta de segurança em andar com as próprias pernas, ou melhor, as dores do parto de um Brasil do futuro.
Os Bolsonaros, no máximo, significam o retrocesso ao Brasil colônia. A ideologia do cada um por si. Antissindical, anti-trabalho coletivo, anti-cultura nacional. Significam a tutela do imperialismo norte-americano e a submissão ao capital financeiro.
Lula poderá ser o futuro, o salto de qualidade em nosso desenvolvimento, a urgência do crescimento acelerado, baseado no mercado interno, a reindustrialização, a soberania sobre nossas riquezas. Esse novo Brasil está pronto para nascer.
Ou nasce – ou sucumbe enquanto nação.
É o que, intuitivamente, percebem os inimigos do Brasil, o imperialismo, o capital financeiro e os reacionários em geral.
E o que falta, então?
Falta mais orgulho em nossa história, em nossos heróis. Falta mais confiança na vitória. Crença no futuro. Falta consciência de quão rico é nosso país. Falta disposição de apresentar ao povo um projeto de grande nação.
CARLOS PEREIRA










