Após decisão em segunda instância, nesta quinta-feira (23), o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) restituiu os direitos políticos do ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT) após absolvê-lo da acusação de improbidade administrativa.
Kalil foi acusado, enquanto prefeito de Belo Horizonte, de descumprir uma decisão judicial que ordenava a remoção de portões e cancelas que impediam o acesso às ruas no chamado Condomínio Clube dos Caçadores, no Bairro Mangabeiras, na Região Centro-Sul da capital.
As barreiras já existiam desde 2005, mas o juiz Danilo Couto Lobato Bicalho, da 3ª Vara dos Feitos da Fazenda Pública Municipal da comarca de Belo Horizonte, ainda assim, aplicou uma suspensão de cinco anos dos direitos políticos do ex-prefeito A punição passou a valer a partir da decisão, em julho de 2025.
“Acabou o caso da pinguela. Eu avisei. Esse juiz de primeira instância fez uma aberração e tenta fazer outras contra mim”, declarou ao Estado de Minas.
Nesta quinta-feira (23), a juíza convocada Beatriz Junqueira Guimarães, relatora do caso, votou pela inocência de Kalil e foi acompanhada pelos desembargadores Fábio Torres e Carlos Levenhagen.
Alexandre Kalil é hoje pré-candidato ao governo do estado pelo PDT, mas é sondado para compor a chapa do PT como segundo candidato ao senado. Os petistas contam com uma possível união entre Patrus Ananias, pré-candidato oficial do partido, o ex-procurador-geral de Justiça Jarbas Soares (PSB) como possível vice-governador e o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, ao senado com o objetivo de criar uma candidatura forte e competitiva para o governo de Minas Gerais.











