Em 8 de outubro se homenageia no mundo inteiro a memória de Ernesto Che Guevara. Foi preso na selva boliviana, com apoio da CIA, e assassinado no povoado de La Higuera, no dia seguinte, por ordem de um presidente boliviano.
“Ser jovem e não ser revolucionário é uma contradição genética”. Este pensamento é atribuído a ele, sem que se tenha anotado quando e onde. No imaginário popular ou no inconsciente coletivo da humanidade, se tornou um dos maiores líderes revolucionários da juventude. Foi assassinado covardemente na guerrilha, depois de liderar a libertação de Cuba ao lado de Fidel Castro.
O que a juventude brasileira tem a ver com isso? Tudo. Inspirados em seu espírito rebelde, jovens revolucionários fizeram a ação mais contundente e corajosa contra a ditadura entreguista e golpista que sufocava as condições de vida do povo brasileiro: O sequestro do embaixador norte-americano, Charles Elbrick.
A ousadia livrou da tortura e possivelmente da morte 15 jovens revolucionários. Levaram longe, no mundo inteiro, a denúncia das atrocidades daquele regime criminoso. Estes jovens assumiram com a vida o legado de Che e eternizaram a sigla MR8 (sem tracinho).
Lutaram e venceram o medo. Lutaram e venceram a ditadura. Lutaram e venceram o neoliberalismo de Collor e de FHC. Maduros, ajudaram a construir a unidade histórica com o Partido Comunista do Brasil.
Novamente a Pátria está ameaçada. Uma quadrilha de bandidos, enganadores, mentirosos e ladrões se junta ao imperialismo para assaltar nossas riquezas, nosso petróleo e minerais raros. Ameaçam nossa democracia. E o que é pior, essa quinta coluna ameaça apoiar a intervenção estrangeira.
A Pátria mais uma vez contará com a juventude para salvar o país.
A Pátria, como nunca, carece deste espírito de rebeldia, da irreverência, do desprendimento e do sacrifício de sua juventude.
Que Che nos inspire.
Hasta la victoria siempre!
Che, a juventude e a quinta coluna










