CNBB se solidariza com papa Leão XIV frente aos ataques do fascista Donald Trump

Desrespeito pelos cristãos de todo o mundo (reprodução)

A imagem tosca de Trump em suas redes sociais, se fazendo passar por Jesus Cristo (foto), estendeu o repúdio a toda a comunidade cristã do mundo

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) defendeu o papa Leão XIV dos ataques destemperados e desrespeitosos de Donald Trump ao pontífice e à igreja católica de todo o mundo. Trump chamou o religioso de fraco por defender a paz e a dignidade humana.

O assassino, que se juntou a outro criminoso, Benjamin Netanyahu, ditador de Israel, e entre outras atrocidades, jogou diversos mísseis sobre uma escola no Irã, matando 165 crianças, a maioria meninas que assistam aula, não admitiu a luta justa de Leão XIV pelo fim da violência e do seu morticínio indiscriminado.

Em publicação nas redes sociais, o fascista dos EUA classificou Leão XIV como “fraco” e questionou suas posições em temas internacionais. Ainda divulgou uma imagem esdrúxula em suas redes sociais onde aparece se fazendo passar por Jesus Cristo. A atitude levou a protestos em toda a comunidade cristã, dentro e fora dos EUA. A reação foi tão forte que ele foi obrigado a apagar a postagem.

Momento em que o Santo Padre rebate os ataques de Trump (Foto: Christoph Sator/dpa)

“O papa Leão XIV é FRACO no combate ao crime e péssimo em política externa (…) Eu não quero um papa que ache que tudo bem o Irã ter uma arma nuclear. Não quero um papa que ache terrível que os Estados Unidos tenham atacado a Venezuela. E não quero um papa que critique o presidente dos Estados Unidos”, afirmou Trump.

Diante dos ataques, o papa Leão XIV evitou o confronto direto e reiterou suas críticas às guerras de Trump. “Não sou um político, não tenho a intenção de entrar em um debate com ele, a mensagem continua sendo a mesma: promover a paz”, declarou.

“Continuarei a proclamar em voz alta a mensagem do Evangelho, aquilo pelo qual a igreja trabalha”, afirmou Leão XIV. “Digo isso a todos os líderes do mundo, não apenas a ele: tentamos pôr fim às guerras e promover a paz e a reconciliação”, destacou o Papa. Nos últimos dias, o pontífice tem intensificado apelos por cessar-fogo em diferentes regiões do mundo, incluindo conflitos no Oriente Médio e guerras em países como Líbano, Ucrânia e Sudão.

A afronta aos católicos de todo mundo por parte de Trump aprofunda o isolamento político do governo dos EUA na comunidade internacional. A resposta firme e unitária da igreja brasileira é mais uma mostra deste isolamento do bufão da Casa Branca.

Em nota oficial, assinada pelo presidente da CNBB, cardeal Jaime Spengler, e outros integrantes da entidade, os bispos destacaram que a autoridade do papa “não se orienta pela lógica do confronto político”, mas pela fidelidade ao Evangelho. “A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil une-se a Sua Santidade, Papa Leão XIV, reafirmando a comunhão e a unidade em torno desses valores evangélicos que iluminam a consciência cristã e sustentam a esperança da humanidade”, afirma o texto.

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