“O Banco do Brasil está sob ameaça!”, afirma em suas redes sociais a vice-presidente da CUT, Juvandia Moreira, que também é presidente da Contraf/Cut, confederação nacional que representa os trabalhadores do ramo financeiro.
A sindicalista faz um alerta, afirmando que “no plano do governo Flávio Bolsonaro, a privatização do BB entra em pauta”, e que não podemos deixar que isso aconteça. “Patrimônio histórico e estratégico do povo brasileiro, o Banco do Brasil é motor fundamental para o desenvolvimento do nosso país, financiando a agricultura, a inovação e o crescimento nacional”, ressalta Juvandia, que faz um chamamento aos funcionários do banco, concurseiros e a todos os que defendem o desenvolvimento do Brasil para “barrar esse retrocesso nas urnas!”.
“O Banco do Brasil não é mercadoria, não é ativo para ser entregue ao mercado e não pode ficar à mercê de interesses privados. Defender o BB é defender um banco público forte, a soberania nacional e o desenvolvimento do Brasil”, destaca.
Em sua manifestação, Juvendia Moreira reforça a recente Carta Aberta, assinada pela Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), e divulgada pouco antes do primeiro turno das eleições, em defesa do caráter público, da presença nacional e do papel social do Banco do Brasil.
Na carta, os representantes dos funcionários destacam a trajetória de mais de dois séculos da instituição e sua importância para o desenvolvimento do país.
O documento afirma a necessidade de valorização dos funcionários, a importância da recomposição do quadro de pessoal, os impactos da modernização tecnológica sobre o atendimento à população, e defende “a manutenção do caráter público da instituição”, chamando a sociedade a participar da discussão sobre o futuro do banco.
“Defender o Banco do Brasil é tarefa de todos. E essa tarefa nunca foi tão urgente”, afirma a carta, alertando sobre candidatos à Presidência da República que anunciam a intenção de privatizar o Banco do Brasil, “como quem fala de uma loja qualquer, de um bem que se vende para fechar a conta”.
E finalizam: “vender o Banco do Brasil é vender a agência que sustenta o município esquecido, o crédito que faz a safra, a tranquilidade de quem se aposentou. É entregar a banqueiros o que o povo levou mais de dois séculos para construir”.










