Flávio nunca trabalhou e seu plano é impedir a aposentadoria dos brasileiros que trabalham

Flavio Bolsonaro (PL-RJ). Foto: Miguel Schincariol/AFP

Começou aos 16 anos como fantasma no esquema de rachadinha no gabinete do pai e não parou mais de roubar. Agora defende o modelo de Milei que infernizou aposentados e pensionistas

Flávio Bolsonaro nunca trabalhou e é contra aposentadoria dos brasileiros. Ele começou como funcionário fantasma nas rachadinhas no gabinete do pai quando tinha 16 anos e vive disso desde então. Não sabe o que é a vida das pessoas que trabalham duro a vida inteira e merecem se aposentar no Brasil. Seu plano é dificultar cada vez mais a aposentadoria dos brasileiros. Quer que eles trabalhem até morrer.

O desocupado quer desvincular os reajustes da Previdência do salário mínimo. Ele é contra tanto a política de aumentos reais do salário mínimo quanto dar este mesmo aumento para os aposentados que, majoritariamente, recebem uma aposentadoria de um salário mínimo.

Agora se sabe que, além de desviar dinheiro público e lavar o recurso roubado na rachadinha de seu gabinete numa loja de chocolates fake, na Barra da Tijuca, que não vendia chocolate na páscoa, Flávio enchia os bolsos com o dinheiro sujo vindo de Daniel Vorcaro.

Pois bem. Flávio, através de seu coordenador de campanha, senador Rogério Marinho, defende arrochar os aposentados. Marinho disse publicamente que num eventual novo governo pretende “revisitar” e realizar uma nova revisão nas reformas previdenciária e trabalhista. Esta última cortou direitos dos trabalhadores e enfraqueceu sindicatos.

Segundo Rogério Marinho, uma nova reforma poderia envolver mudanças nos parâmetros do sistema ou até no próprio modelo previdenciário. Também disse que os reajustes seriam feitos apenas pela inflação, sem aumento real para quem recebe até um salário mínimo, como vem sendo feito atualmente.

Mais recentemente no dia 14 de setembro, a coordenadora econômica da campanha, Daniella Marques, afirmou durante evento do Esfera Brasil, que o programa de Flávio pretende se inspirar nas reformas realizadas por Javier Milei, da Argentina. Milei provocou uma recessão profunda, fechou dezenas de milhares de empresas, desempregou milhões de argentinos e afundou o país na miséria e na fome.

“Vamos usar de inspiração no que foi feito pelo governo de Javier Milei, na Argentina”, disse a economista de Flávio. O presidente argentino retirou diversos direitos de aposentados e pensionistas. É isso o que Flávio prepara em seu programa de governo.

O presidente Lula vai exatamente em sentido oposto e garantiu recentemente, durante a campanha eleitoral, que os aposentados brasileiros seguirão tendo aumento real dos proventos, ligados ao aumento do salário mínimo. Lula disse que considera uma “babaquice” fazer arrocho fiscal, cortar aposentadorias e programas sociais para fazer superávit primário.

É claro que quem nunca trabalhou, como Flávio Bolsonaro, não sabe o que é a vida de um aposentado. Ele é contra tanto os aposentados quanto quem está na ativa. O candidato fascista foi contra a proposta do governo Lula de garantir dois dias de descanso na semana. Disse que isso vai prejudicar as empresas. Ele e seu grupo no Senado fizeram de tudo para impedir a votação da proposta na Casa, já aprovada na Câmara.

Por isso, seu mote de campanha de aplicar um tesouraço significa um arrocho brutal sobre o povo e os aposentados. Quando ele diz que vai cortar impostos é bom lembrar que seu pai não corrigiu a tabela do Imposto de Renda por quatro anos e isentou de impostos a compra de jet ski e jatinhos. Pode ter certeza, o “tesouraço” do fariseu é contra a Previdência e as despesas obrigatórias com hospitais, aposentadorias, salários de servidores da Saúde, da Educação e da Segurança.

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