Luciana denuncia ameaças de Flávio aos direitos dos servidores públicos

Luciana Santos em manifestação pela reeleição de Lula em Recife. (Foto: Instagran)

“Quando você enfraquece a carreira, concurso, estabilidade, você coloca em risco a capacidade do Estado de atender no SUS, fiscalizar, pesquisar, ensinar e garantir direitos”, afirma a ministra da Ciência e Tecnologia

A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, alerta em vídeo nas redes sociais sobre o projeto de demonte do serviço público proposto pelo candidato Flávio Bolsonaro, com cortes nos direitos e atendimento à população.

“Modernizar o serviço público é uma necessidade”, afirma a ministra. “Nós estamos fazendo isso”. “Desmontá-lo é outra coisa”.

“Isso não só atinge o servidor. Quando você enfraquece a carreira, concurso, estabilidade, você coloca em risco a capacidade do Estado de atender no SUS, fiscalizar, pesquisar, ensinar e garantir direitos”, afirma.

Quando o Estado perde capacidade de atender, alerta a ministra, “quem mais sente é a população depende dele”.

Luciana lembrou a PEC 32, se referindo “a granada no bolso dos servidores” defendida por Paulo Guedes em 2020 no governo de Jair Bolsonaro com o objetivo de mudar as regras de contratação, congelar salários e demitir servidores.

Quando o Estado perde capacidade de atender, alerta a ministra, “quem mais sente é a população depende dele”.

“É, por isso que neste segundo turno é Lula”, conclama.

Leia a íntegra da mensagem da ministra da Ciência e Tecnologia, Luciana Santos:

“O servidor público precisa prestar atenção no projeto de Estado que está sendo colocado na mesa.

Flávio Bolsonaro já propõe reduzir de dez a quinze ministérios, cortar despesas administrativas e substituir parte dos cargos por Inteligência Artificial. A gente já viu esse caminho antes. No governo Bolsonaro a PEC 32 chegou ao Congresso propondo restringir a estabilidade e criar vínculos mais frágeis no serviço público.

Isso não só atinge o servidor. Quando você enfraquece a carreira, concurso, estabilidade, você coloca em risco a capacidade do Estado de atender no SUS fiscalizar, pesquisar, ensinar e garantir direitos.

Modernizar o serviço público é necessário e nós estamos fazendo isso. Desmontar o serviço público é outra coisa.

Porque no fim quando o Estado perde capacidade, quem mais sente é a população depende dele. Por isso o segundo turno é Lula”

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