E o “multilaterismo”, frisou o presidente em mensagem ao 8º Congresso da sigla
O presidente Lula afirmou, em mensagem ao 8º Congresso do PT, que o partido deve se mobilizar e defender um país mais justo, democrático e soberano diante da proximidade das eleições presidenciais de outubro.
“Temos o dever de defender a democracia, a soberania nacional e o multilateralismo”, disse Lula em trecho do vídeo.
O presidente indicouo que devem ser as questões que precisam estar na pauta da campanha. “Depois que a gente defender o nosso legado e convencer as pessoas, precisamos discutir o que queremos fazer para o futuro, o que vai ser a nossa transformação energética, o que vai ser a nossa exploração de minerais críticos e terras raras, qual é a nova indústria que vamos criar para dar um salto tecnológico”, completou.
O chefe do Executivo e candidato à reeleiçãoreforçou queo partido deve afirmar o que já foi feito pelo país. “Quem está no governo deve usar as realizações como sua principal arma eleitoral”, disse, enfatizando que o PT não deve correr atrás da oposição, mas sim “ditar o ritmo” e evidenciar “a diferença entre o nosso governo e os anteriores”.
“Preparem-se, pois serei presidente outra vez porque o Brasil precisa de alguém democrático, que saiba ouvir e conversar com o coração das pessoas”, declarou Lula ao iniciar a sua mensagem. O presidente não pôde estar presente porque realizou um pequeno procedimento cirúrgico na sexta-feira (24), data da abertura do evento do PT.
“Se nós fizemos as coisas corretas, e acreditamos que nós fizemos as coisas corretas, nós não perderemos a eleição para ninguém neste país. […] Partido que está no governo não corre atrás do adversário, é o adversário que corre atrás dele. É ele que tem que colocar a bola na frente”, frisou.
Lula destacou que se fizer comparações entre o seu governo e o anterior, o eleitor saberá quem escolher nas urnas. “Essa comparação com o que os outros fizeram é a nossa arma”, afirmou.
Ele defendeu que o partido apresente propostas “sérias e factíveis”, ressaltando temas, como transformação energética, exploração de minerais críticos e desenvolvimento de uma nova indústria nacional com base tecnológica. Na educação, voltou a defender uma “revolução” com escolas de tempo integral e fortalecimento dos institutos federais para formar milhões de brasileiros.











