O ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Bem-Gvir, defendeu na terça-feira, 9 de junho, durante uma reunião do gabinete de segurança, que as forças de ocupação de Israel no sul do Líbano sequestrem “mulheres e jovens” libaneses como forma de fazer pressão e tentar submeter o partido de resistência Hezbollah.
“Vamos começar a pensar fora da caixa sobre o Hezbollah”, disse Gvir. “Conquistando territórios e matando muitos terroristas, mas também detendo suas mulheres e jovens e levando-os para prisões de terroristas”, disse.
“É isso que machuca mais eles”, acrescentou.
Israel, desde 1 de outubro 2024, quando as forças israelenses invadiram o sul do Líbano, sequestra um número desconhecido de civis libaneses, sob a lei do apartheid israelense de “combatentes ilegais”, que permite a Israel que manter preso por um tempo indefinido e sem acusações formais qualquer cidadão palestino ou libanês fora da jurisdição de Israel.
Esses civis libaneses, somados com civis sírios e palestinos de Gaza são cerca de 1316 pessoas, mantidas em cárcere sem acusação sob essa lei israelense. Grupos de direitos humanos denunciaram a violação flagrante das leis internacionais, por permitir a autoridades de Israel a prender qualquer pessoas não israelense sem ordem judicial e sem direito a proteção legal. No total os presos políticos nas masmorras de Israel chegam a 10.000.











