Morre o senador Lindsey Graham, um dos belicistas mais raivosos dos EUA

Senador só pensava em guerra (Foto: reprodução do Instagram)

Fascista era apoiador entusiasta de Trump e esteve com Zelensky na véspera de sua morte. O parlamentar defendia o assassinato de Putin

O senador republicano da Carolina do Sul, Lindsey Graham, porta-voz dos monopólios armamentistas e apoiador do genocídio em Gaza, no Irã e na Rússia, faleceu no sábado (11) aos 71 anos, segundo relato postaado no X.

Os serviços de emergência responderam a um chamado por “parada cardíaca” na residência de Graham no Capitólio na noite de sábado, informou a NBC após obter o áudio do chamado policial.

A morte de Graham ocorre um dia após seu retorno de Kiev, onde ele se encontrou com o nazista Vladimir Zelensky na sexta-feira. O político, que era um lobista das armas e defensor de intensificar a assistência militar dos EUA à Ucrânia, havia visitado a capital ucraniana pelo menos dez vezes nos últimos anos.

O senador descrevia a ajuda militar dos EUA enviada à Ucrânia como “o melhor dinheiro que já gastamos” porque “os russos estão morrendo.”

Durante uma aparição na Fox News, o senador citou exemplos históricos de planos para matar líderes políticos famosos. Ele clamou pelo assassinato do presidente russo Vladimir Putin após a escalada do nazismo na Ucrânia em fevereiro de 2022.

O senador vinha trabalhando em “sanções mais fortes contra a Rússia.” Nos últimos meses, ele promovia ativamente um projeto de lei que imporia tarifas de 500% a todos os países que compram petróleo de origem russa

Os EUA amanheceu mais leve com a notícia. Já Trump lamentou a morte de seu aliado dizendo que Graham “fará muita falta. Ele descreveu o senador como “uma das maiores pessoas e senadores que já conheci… Ele estava sempre trabalhando, e era um verdadeiro patriota americano.”.

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