Apoiadores de Flávio levaram um míssil inflável para com a frase em inglês “Trump, nuke Brazil”. “O que vocês estão fazendo é trair a pátria e serão julgados por isso”, afirmou Lula
O presidente Lula (PT) denunciou, no debate de domingo (18), que apoiadores de Flávio Bolsonaro (PL) pediram a Donald Trump que lance uma bomba atômica contra o Brasil.
“Vocês viram que hoje na manifestação de vocês tinha um torpedo americano? Que mandaram atacar um torpedo no Brasil?”, comentou Lula durante o debate da Band.
No ato bolsonarista de domingo, apoiadores de Flávio levaram um míssil inflável com a frase em inglês “Trump, nuke Brazil”.
Em português, os bolsonaristas pediam a Donald Trump que ataque o Brasil com uma bomba nuclear.
A palavra “nuke” é uma abreviação de “nuclear weapon”, ou bomba nuclear, e é utilizada como verbo no sentido de usar bombas nucleares.

Sem defesa, Flávio tentou emplacar a versão de que aquelas pessoas eram infiltradas. No entanto, não há nenhum indício de que isso seja verdade.
Lula ainda disse no debate que o irmão de Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, está tramando para que os Estados Unidos invadam o Brasil.
“Seu irmão está fugido nos Estados Unidos, tramando contra o Brasil, pedindo intervenção do Trump no Brasil”, comentou.
Eduardo está morando nos EUA e já admitiu que se reuniu com membros do governo Trump para que fossem impostas tarifas contra os produtos brasileiros.
Segundo Lula, “o que vocês estão fazendo é trair a pátria e vocês serão julgados por isso”.
Eduardo Bolsonaro foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por suas ações de sabotagem contra o Brasil.
Desde que abandonou seu cargo de deputado federal, Eduardo nunca explicou como mantém sua vida de luxo nos EUA. Ele mora em uma mansão no Texas.
A Polícia Federal está investigando se o dinheiro enviado por Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, a pedido de Flávio Bolsonaro para a produção de Dark Horse foi, na verdade, desviado para manter Eduardo Bolsonaro.
Lula pressionou Flávio Bolsonaro para que explicasse seu envolvimento no escândalo do Banco Master, mas o senador se recusou a responder.










