Cristian Cravinhos, Flordelis e Bruno Fernandes, todos assassinos, são fãs de Flávio. Se Adriano da Nóbrega estivesse vivo, certamente estaria na campanha
Recentemente algumas figuras ligadas ao crime declararam publicamente o seu apoio a Flávio Bolsonaro desmentindo o que ele disse num comício de que os criminosos preferiam votar em Lula. “Vocês acham que um assassino tem mais chances de votar no Lula ou no Bolsonaro?”, perguntou Flávio durante um ato de campanha. A resposta veio na forma de um vídeo do PT mostrando quem apoia Flávio. O assassino Cristian Cravinhos foi um deles.
As ligações de Flávio com o crime já são antigas e bastante conhecidas. Ele foi um grande apoiador de milícias quando era deputado estadual no Rio. Homenageou Adriano da Nóbrega, um assassino profissional e chefe de milícia. Não só homenageou como empregou a mãe e a mulher do assassino como funcionárias fantasmas em seu gabinete. Ele diz que combate o crime, mas na verdade, ele protege o crime organizado.
Foi ele também que foi flagrado pegando R$ 61 milhões do banqueiro ladrão, Daniel Vorcaro, que desviou mais de R$ 50 bilhões no maior golpe financeiro da história do Brasil. Foi ele também que indicou secretários ao governo do Rio de Janeiro e apoiou Rodrigo Bacelar para governador, todos presos por ligações com o Comando Vermelho. Em suma, está aí a razão de criminosos preferirem Flávio Bolsonaro.
Entre os bandidos fãs de Flávio Bolsonaro estão Cristian Cravinhos, o ex-goleiro Bruno Fernandes, Guilherme de Pádua e a ex-deputada federal Flordelis. Todos condenados por crimes hediondos.
Cristian Cravinhos foi condenado pela participação no assassinato do casal Manfred e Marísia von Richthofen, pais de Suzane von Richthofen. Cravinhos é o mais recente apoiador de Flávio Bolsonaro. A notícia repercutiu em toda a imprensa.
O vídeo divulgado pelo PT acrescentou também outro apoiador de Flávio. Ninguém menos do que Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho, que à época da primeira divulgação do material respondia à acusação pela morte do menino Henry Borel.
Bruno Fernandes foi condenado pela morte e ocultação do cadáver de Eliza Samudio, Bruno apareceu em registros públicos declarando apoio a Jair Bolsonaro e afirmando que votaria no então candidato. Bruno foi condenado em 2013 a 22 anos e três meses de prisão pelo homicídio e pela ocultação do cadáver da modelo.
Outro nome é o do ex-ator Guilherme de Pádua, condenado pelo assassinato da atriz Daniella Perez, em 1992. Pádua, que posteriormente se tornou pastor, publicou vídeos nas redes sociais nos quais manifestava apoio a Bolsonaro e defendia pautas do ex-presidente. Ele morreu em novembro de 2022, pouco depois das eleições daquele ano.
O caso da ex-deputada bolsonarista Flordelis também mostra a adesão de criminososà candidatura de Flávio. Flordelis dos Santos de Souza foi condenada pela participação no assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo. Flordelis foi apontada pela Justiça como mandante do crime e recebeu condenação em 2022. Antes e durante sua trajetória política, fez manifestações públicas favoráveis a Jair Bolsonaro.










