Convenção do PCdoB de São Paulo oficializa a candidatura de Orlando Silva a deputado federal, o apoio a Lula, a Fernando Haddad (PT) para o governo do Estado e de Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) ao Senado Federal
O deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP) afirmou que vai se candidatar à reeleição “para construir um Brasil soberano, democrático e justo”, mantendo um mandato que defende os direitos do povo brasileiro.
“Precisamos derrotar Flávio Bolsonaro e impedir que o bolsonarismo volte a colocar o ódio, o negacionismo e a submissão nacional no centro da política brasileira. Precisamos garantir ao presidente Lula a força necessária para aprofundar a reconstrução do país”, acrescentou.
A candidatura foi confirmada na quinta-feira (24), na convenção do PCdoB de São Paulo. Orlando e o PCdoB apoiarão a candidatura de Fernando Haddad (PT) para o governo do Estado e de Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) ao Senado Federal.
Orlando disse que os bolsonaristas estarão nas eleições de outubro com “um projeto que tenta enfraquecer a democracia, destruir direitos conquistados pelo povo, entregar nossa soberania aos interesses de Trump e subjugar o país”.
“Do outro lado, está a esperança organizada. Está a luta de quem acredita que o Brasil pode ser uma nação soberana, desenvolvida, democrática e profundamente comprometida com a justiça social”, continuou.
Para Orlando, é preciso construir um “parlamento que não sabote direitos, que não transforme a democracia em balcão de negócios, que enfrente os privilégios e tenha coragem de enfrentar os interesses daqueles que lucram com a desigualdade. É preciso aquilombar o Parlamento”.
É preciso “fazer do Congresso um espaço onde caibam as vozes do povo trabalhador, da juventude, das mulheres, da população negra, dos povos indígenas, da cultura, da ciência, da educação e de todos aqueles que acreditam que o Brasil pode ser mais justo do que é hoje”, destacou o deputado.
“É hora de transformar indignação em organização, esperança em mobilização e sonho em força política”, resumiu Orlando.
O ex-presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) disse se sentir honrado de ter sido ministro do Esporte nos governos Lula e Dilma.
“Defendi a democracia quando ela esteve sob ataque, enfrentei o poder das big techs, ajudei a construir a Lei Geral de Proteção de Dados, lutei pelo fim da escala 6×1, pela reparação histórica da população negra e por um projeto nacional de desenvolvimento que coloque quem trabalha, produz e sonha no centro das decisões do Estado brasileiro”, disse.
Orlando Silva considera que “não é natural que quem trabalha cada vez mais viva cada vez pior. Não é aceitável que a juventude estude sem enxergar perspectivas, que as famílias lutem todos os dias e continuem sem conseguir viver com dignidade”.
“Essas dores são consequência de um modelo que concentra riqueza e tenta convencer o povo de que não existe alternativa”, completou.











