Vice-presidente participou da primeira reunião do Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos, ao lado do presidente Lula
O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, enfatizou que os minerais críticos devem ser industrializados no país ao invés de servirem como matéria-prima para exportação.
“Nós temos que agregar valor”, pontuou o vice-presidente na primeira reunião do Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos, presidido pelo presidente Lula, na quinta-feira (5).
“Nosso país tem a segunda reserva do mundo de terras raras, minerais estratégicos, e poderemos ter muito boas notícias, porque só 30% tiveram um estudo mais aprofundado no ponto de vista geológico”, observou.
O vice-presidente reforçou falas de membros do Conselho que destacaram a importância dos minerais críticos para o mundo e a necessidade do Brasil controlar e regular esta riqueza.
O Conselho é para “a industrialização de minerais críticos e estratégicos”, enfatizou o vice-presidente.
O vice-presidente citou o enxofre, fundamental para a agricultura. Ele comentou que não “tem fosfatado se não tiver enxofre”. “Custava até a obstrução do Estreito de Ormuz menos de R$ 200 dólares a tonelada de enxofre”.
“A tonelada de enxofre hoje custa mais de mil dólares. Multiplicou por cinco vezes o valor em razão da dificuldade do acesso a esse mineral estratégico que é o enxofre”.
Alckmin destacou a importância da lei que Lula sancionou sobre o setor. “A lei é central para estabelecer regras, o balizamento, a instalação do Conselho, a política nacional de minerais críticos que vai receber projetos estabelecer critérios e incentivos”, disse.










