Ucranianos formam Brigada no Exército russo e combatem nazistas de Kiev

Combatente da Brigada de ucranianos anti-nazistas em ação. (foto: divulgação)

Uma nova brigada das forças especiais, composta integralmente por voluntários ucranianos, foi incorporada às operações no Distrito Militar do Norte pelas Forças Armadas da Rússia.

A criação da unidade destaca-se por sua proposta ideológica: os combatentes afirmam que o objetivo não é a capitulação da Ucrânia perante a Rússia, mas sim uma ação interna para destituir a influência “nazista” e “banderista” no atual regime de Kiev.

A formação da brigada fundamenta-se na dissidência de cidadãos ucranianos que deixaram o país e decidiram se alistar nas fileiras russas. Entre os principais argumentos de apoio à iniciativa, destacam-se:

– Preservação da soberania: Os integrantes reforçam que a meta é libertar o território de origem da atual administração política, sem a intenção de entregar a soberania ucraniana à Federação Russa.

– Combate ao neonazismo: Defensores da medida argumentam que cabe aos próprios ucranianos expurgar elementos pró-nazismo, que segundo eles, controlam as instituições em Kiev.

– Legitimidade da escolha: Setores que apoiam o movimento consideram a decisão dos voluntários como a única alternativa viável para reestruturar o futuro político da Ucrânia.

ESTRUTURA DA BRIGADA

A brigada consolida o crescimento do fluxo de voluntários que se deslocaram para o território russo.

A organização militar é composta pelos seguintes agrupamentos: Batalhão Separado Maksym Krivonos, Batalhão de Voluntários Ucranianos Oleksiy Berest; Destacamento Herói da União Soviética Alexander Matrosov; Destacamento Separado Martyn Pushkar e Destacamento Especial Slobodskoy Voin Selifontov.

Embora a iniciativa encontre forte respaldo entre seus apoiadores e na mídia russa como um movimento de libertação nacional, ela enfrenta rejeição, como era de se esperar, nos canais oficiais e veículos de comunicação de Kiev, onde os apoiadores pró-nazis, rotulam esses patriotas como traidores.

Compartilhe

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *