Filho de ministro israelense está hospitalizado depois de ataque a base na fronteira com o Líbano

Israel bombardeia aldeia ao sul do Líbano (Jallaa Marey-AFP)

O filho do ministro das Finanças de Israel, Bezalel Smotrich, de extrema direita, ficou ferido na fronteira com o Líbano por um ataque de morteiro do Hezbollah contra tropas de Netanyahu. Oito soldados israelenses, das brigadas Givati e Golani, foram feridos no revide à invasão .

Um morteiro lançado pela Resistência Libanesa, Hezbollah, atingiu uma posição militar israelense perto da fronteira com o Líbano.

Inicialmente a emissora israelenses Kan reportou que em 6 de março, o filho de Smotrich foi ferido ao longo da fronteira libanesa e estaria em condição leve. Mas recentemente, Smotrich, publicou em sua contra no X que ele está em uma unidade de terapia intensiva.

Smotrich em postagem na rede social, confirmou que seu filho, Binyamin Hebron, sofreu ferimentos internos, teve suas costas e abdômen perfurados pelos estilhaços de morteiro, perfurando seu fígado.

Israel expandiu os ataques contra o Líbano depois que eles junto aos americanos fizeram um ataque surpresa contra o Irã, no dia 28 de fevereiro, assassinando o líder supremo iraniano, Ali Khamenei, no primeiro dia da agressão a Teerã e o Hezbollah, atacou Israel em revide, depois de uma pausa de 15 meses, com o cessar fogo em novembro de 2024.

Antes disso, mesmo com o cessar-fogo, Israel continuou a executar ataques diários contra o Líbano.

Bezalel Smotrich, é um dos ministros mais abertamente supremacistas do governo de Benjamin Netanyahu e apoiou fanaticamente o genocídio contra Palestinos em Gaza, comanda o roubo de terras palestinas na Cisjordânia e incita aos ataques recentes contra o Líbano que mataram mais de 486 pessoas, incluindo crianças e deixando cerca de 700.000 pessoas sem moradia.

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Recentemente a UNICEF, denunciou que os ataque diários de Israel contra o Líbano deixa uma classe de 30 crianças libanesas mortas por dia. Mais de 111 crianças foram mortas e 334 ficaram feridas depois que Israel expandiu seus ataques contra o país duas semanas atrás.

“Essa é uma sala de aula de crianças todos os dias desde o início da guerra que é morta ou ferida no Líbano”, disse Ted Chaiban, vice-diretor executivo da UNICEF, em entrevista para a Reuters, na terça-feira em Beirute. “Elas pagaram um preço terrível. E a primeira coisa que estamos pedindo é uma redução, um caminho político para esta guerra.”

Cerca de 38 profissionais de saúde libaneses foram mortos nos ataques de Israel nas últimas duas semanas. As forças de Israel continuam a fazer de alvo infraestrutura civil.

“Não há lugar para atacar infraestrutura de saúde, infraestrutura de água, escolas. Todos eles precisam ser lugares que estão protegidos”, disse Chaiban.

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