O árbitro somali Omar Abdulkadir Artan, que era um dos relacionados para apitar partidas na Copa do Mundo de 2026, foi deportado dos Estados Unidos após ter seu visto negado pelo país. Artan chegou a contar com o suporte da embaixada de seu país, que chegou a oferecer um passaporte diplomático ao árbitro, mas as autoridades americanas seguiram a negativa.
A informação foi revelada pelo jornalista Romain Molina. Procurada, a Fifa ainda não se pronunciou.
Com a negativa dos documentos, o juiz foi enviado de volta à Somália. Com a decisão dos EUA, Omar Artan, que representa a Confederação Africana de Futebol (CAF) não conseguirá fazer parte do quadro oficial de árbitros do torneio.
Indicado à Copa pela FIFA, Artan é um dos principais profissionais de arbitragem no continente africano, e seria o primeiro da Somália a participar de uma edição de Copa do Mundo na história. Com a negativa, o árbitro teve de retornar à Istambul, na Turquia, onde fez escala para ir aos Estados Unidos.
Em 2025, ele foi eleito o melhor árbitro africano daquele ano pela CAF, além de ter apitado a final de volta da Liga dos Campeões do ano passado entre Pyramids FC e Mamelodi Sundowns.











