No primeiro turno a vantagem é maior ainda: Lula tem 40% e Flávio Bolsonaro 28%. Em seguida, Caiado, 4%, Renan Santos, 3% e Romeu Zema, 2%
O presidente Lula abriu uma vantagem de 8 pontos sobre Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno, mostra a pesquisa Genial/Quest divulgada nesta quarta-feira (15). O levantamento também mostra que a aprovação do atual governo cresceu puxada por programas de impacto econômico.
A disputa entre Lula e Flávio está com o seguinte cenário de 2º turno:
Lula (PT): 45%;
Flávio Bolsonaro (PL): 37%;
Branco/nulo: 14%;
Indecisos: 4%.
Há um mês, quando da divulgação da última pesquisa, Lula tinha 44% e Flávio 38%, ou seja, a diferença era de seis pontos.
A tendência de crescimento de Lula e queda de Flávio vem desde pesquisas feitas em maio, quando passou a ser público que o senador filho de Jair Bolsonaro é parceiro de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e negociou receber R$ 134 milhões do banqueiro.
Na disputa de primeiro turno, o cenário é ainda mais folgado:
Lula (PT): 40%;
Flávio Bolsonaro (PL): 28%;
Ronaldo Caiado (PSD): 4%;
Renan Santos (Missão): 3%;
Romeu Zema (Novo): 2%;
Branco/nulo: 8%;
Indecisos: 11%.
Os demais candidatos têm um ponto ou menos.
APROVAÇÃO
A Quaest também fez consulta sobre a aprovação do governo. Pela primeira vez em um ano, a aprovação do governo Lula (48%) superou a desaprovação (47%).
A maior elevação ocorreu entre as pessoas que se consideram independentes, grupo no qual a aprovação saiu de 32%, em abril, para 45%, em julho. Esse crescimento também ocorreu nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Norte.
De acordo com o levantamento, 32% dos brasileiros foram beneficiados pela isenção de pagamento do Imposto de Renda para salários de até R$ 5 mil. Entre os beneficiados, 59% dizem que a renda familiar aumentou.
Além disso, 55% da população brasileira considera que o Desenrola 2.0 é uma “boa ideia”. Entre os beneficiados, 66% tiveram um aumento na renda.
Já o fim da escala 6×1, pauta que foi tratada como prioritária pelo governo federal e foi aprovada na Câmara dos Deputados por expressiva votação – e agora depende de aprovação no Senado – tem o apoio de 69% dos brasileiros.
Metade da população avalia que será beneficiada pelo fim da escala 6×1 e a redução da jornada semanal de 44 horas para 40 horas.










