O ex-deputado Eduardo Bolsonaro e o blogueiro Paulo Figueiredo voltaram, na quarta-feira (16), a ter reuniões com o governo de Donald Trump e a pedir aos Estados Unidos novas sanções contra o Brasil.
Segundo o site Metrópoles, os bolsonaristas vão pedir a Donald Trump que imponha novamente as sanções da Lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes e inclua novos nomes do Supremo Tribunal Federal (STF), como o ministro Flávio Dino.
A primeira reunião de Eduardo e Paulo Figueiredo será com membros do Departamento de Estado. Nesta quinta (17), os dois se reunem com pessoas próximas a Donald Trump que despacham da Casa Branca.
Eles vão pedir aos Estados Unidos que investiguem o ministro Alexandre de Moraes. O filho “03” de Jair Bolsonaro vai mostrar ao governo Trump recortes da sessão do STF que adiou qualquer decisão.
Eduardo Bolsonaro deve omitir que André Mendonça teve reuniões secretas com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master, fora do Supremo. Mendonça tornou-se uma peça central na candidatura de Flávio Bolsonaro.
Para o decano do STF, Gilmar Mendes, a estratégia de ataques contra Alexandre de Moraes tem motivação político-eleitoral, buscando criar um caos institucional para favorecer Flávio Bolsonaro.
Isso porque André Mendonça, relator do caso Master, está impedindo qualquer investigação contra Flávio Bolsonaro, que recebeu R$ 65 milhões de Daniel Vorcaro, ao mesmo tempo em que vazou informações contra Alexandre de Moraes no meio do processo eleitoral.
Eduardo Bolsonaro é réu no STF por sua atuação junto ao governo dos EUA para tentar impedir a condenação de seu pai, Jair Bolsonaro, por tentativa de golpe.
Ele mora nos EUA desde o primeiro semestre de 2025, numa casa de R$ 6 milhões e aluguel de R$ 30 mil mensal, quando abandonou o cargo de deputado federal. Desde então, ele sabota o Brasil ao pedir aos EUA sanções e tarifas.
Eduardo e seus familiares nunca explicaram como ele se mantém nos EUA, uma vez que não tem nenhuma renda oficial.
Os investigadores da Polícia Federal suspeitam que os R$ 134 milhões pedidos por Flávio Bolsonaro a Daniel Vorcaro tenham ajudado a custear a vida de luxo que Eduardo tem no país de Trump.
O dinheiro roubado por Vorcaro foi parar em um fundo sediado nos EUA e controlado pelo advogado de Eduardo, Paulo Calixto.










