“Acabar com a impunidade e enfrentar o crime organizado são prioridades de Lula”, diz Alckmin

Vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (Foto: Tom Costa - MJSP)

O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, encabeçou, na quarta-feira (22), uma reunião do governo federal para coordenar ações de combate ao crime organizado, que se tornaram “prioridade do presidente Lula”.

Em suas redes sociais, Alckmin listou os avanços obtidos durante o governo Lula “contra criminosos que ameaçam famílias e empresas”, como operações que desmantelaram grandes esquemas de corrupção e lavagem de dinheiro.

“Investigar, prender e acabar com a impunidade. Coordenei hoje reunião de trabalho para enfrentar o crime organizado, prioridade do presidente Lula. Estamos fazendo avanços contra criminosos que ameaçam famílias e empresas”, escreveu Alckmin.

Entre ações listadas pelo vice-presidente estão a Operação Compliance Zero, que revelou “uma das maiores fraudes no sistema financeiro”, realizada pelo Banco Master e com ligações comprovadas com bolsonaristas.

É o caso do governo de Ibaneis Rocha (MDB), que utilizou o Banco de Brasília (BRB) para injetar dinheiro e depois tentar adquirir o Banco Master, que já tinha um rombo por conta das fraudes.

Geraldo Alckmin também falou da Operação Carbono Oculto, que “revelou R$ 46 bilhões em fraudes e R$ 30 bilhões em ativos usados para lavagem de dinheiro”. A operação mostrou que facções criminosas tinham empresas de fachada para lavar dinheiro.

Na quinta-feira (23), o governo do presidente Lula publicou um decreto autorizando a nomeação de mil candidatos aprovados para cargos na Polícia Federal, relativos ao concurso realizado em 2025.

“Em dezembro nós colocamos mil novos funcionários na Polícia Federal. Ontem eu assinei um decreto dando mais mil vagas na Polícia Federal, chamando as pessoas que prestaram concurso”, comentou.

Lula defendeu que os delegados da Polícia Federal que estão atuando em outros órgãos voltem para a corporação. “Todos vão ter que voltar, porque nós vamos derrotar o crime organizado neste país”, completou.

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