É um crime entregar a única mina de terras raras do Brasil para os EUA, denuncia a presidente do PCdoB

Nádia Campeão, presidente em exercício do PCdoB (Foto: reprodução do Instagram)

“Terras raras são um tesouro no subsolo brasileiro, patrimônio da nação”, argumentou Nádia Campeão

A presidente do PCdoB, ex-vice-prefeita de São Paulo, Nádia Campeão, usou suas redes sociais nesta terça-feira (21 para protestar contra a venda da única mina de terras raras em operação no Brasil para uma empresa controlada pelo governo dos Estados Unidos.

“Terras raras são um tesouro no subsolo brasileiro, patrimônio da nação. O Brasil tem a segunda maior reserva mundial dessa riqueza, só a China tem mais que o Brasil”, destacou a dirigente do PCdoB, em protesto contra a venda da empresa Serra Verde, que fica em Goiás, para a empresa americana USA Rare Earth, de propriedade do governo americano.

“Os Estados Unidos de Trump procuram se apoderar destes recursos estratégicos por meio de negociações privadas ou diretamente com entes subnacionais. O governo brasileiro, de imediato, deve exercer plenamente a SOBERANIA para impedir que se concretize esse ato contrário aos interesses nacionais”, defendeu Nádia.

“O povo brasileiro precisa estar atento a quem defende o Brasil, preserva nossa soberania, e quem quer entregar nossas riquezas e submeter nosso país aos interesses dos Estados Unidos e seu presidente agressor”, acrescentou a dirigente comunista.

Ela denunciou que “o entreguista Flávio Bolsonaro foi até os Estados Unidos oferecer as terras raras brasileiras de mãos beijadas, como se fôssemos uma colônia”.

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