Flávio é ligado às milícias, quer extorquir trabalhadores e tornar o Brasil quintal dos EUA

Flavio é um bajulador de Trump ( Foto: reprodução)

Fala em “segurança” na TV, mas sue plano é fortalecer as milícias. Manipula soberania mas o que ele quer é vender o Brasil a Trump. É contra o fim da escala 6×1. Seu plano maior é esfolar trabalhadores, aposentados e pensionistas

São três os objetivos principais de Flávio Bolsonaro nesta disputa presidencial. O primeiro é vender a soberania nacional e as riquezas do Brasil para Trump. O segundo é levar as milícias e facções junto com ele para Brasília e o terceiro objetivo é arrochar salários e aposentadorias e obrigar os trabalhadores a trabalharem sete dias na semana.

Como todo fascista, ele é um enganador e tenta enrolar as pessoas com mentiras, com farsa e com promessas vazias. Ele diz, por exemplo, que vai garantir a “soberania” de poder andar sem medo pelas cidades. Mas o que está por trás dessa afirmação é exatamente o que as milícias apregoam. Elas prometem segurança mediante extorsão e pagamentos obrigatórios. Ou seja, são bandidos. Tanto Flávio, quanto seu pai, sempre foram defensores de milícias e de grupos de extermínio.

Seu histórico confirma tudo isso. O candidato fascista entregou uma medalha ao chefe de uma das milícias mais perigosas do Rio de Janeiro. O assassino de aluguel e miliciano, Adriano da Nóbrega, estava preso pelo assassinato de um “flanelinha” que denunciou a extorsão e Flávio foi até a prisão homenagear o assassino. Ele empregou a mãe e mulher do criminoso como funcionárias fantasmas em seu gabinete. Agora, mais recentemente, ele indicou secretários ao governo do Rio que foram presos por ligações com o Comando Vermelho. É esse tipo de gente que representa a campanha de Flávio para o Planalto.

Ele manipula a palavra soberania em seu programa eleitoral para esconder que seu objetivo é vender o Brasil e suas riquezas a Trump. Foi isso o que ele fez – prometer vender o Brasil – quando foi ao Texas no início deste ano. Em seu discurso, numa reunião de fascistas americanos, Flávio prometeu entregar todas as terras raras brasileiras ao governo norte-americano. Trump achou o máximo.

Ele disse que o Brasil é a “solução” dos problemas americanos. Aplaudiu quando Trump impôs um tarifaço aos produtos brasileiros. Ou seja, é um traidor da pátria. Até o PIX ele prometeu ao bufão da Casa Branca, que não gosta do nosso sistema de pagamentos porque ele é de graça e estaria, segundo Trump, prejudicando os lucros dos cartões de crédito americanos Visa e Mastercard.

O terceiro objetivo de Flávio é esfolar os trabalhadores e aposentados. Isso ficou claro quando seu coordenador de campanha falou em “tesouraço” (leia-se cortes de direitos e programas sociais) e prometeu uma nova “reforma” da Previdência. Ou seja, mais dificuldades para os brasileiros se aposentarem e mais cortes nas aposentadorias. Mas seu ódio aos trabalhadores ficou mais evidente ainda em seu esforço para impedir a votação do projeto que institui dois dias de descanso semanal para os trabalhadores brasileiros. Ele e sua turma fizeram tudo para impedir que o projeto do governo Lula fosse votado no Senado antes das eleições.

O mais cínico de tudo isso é que Flávio nunca trabalhou na vida e tem a cara-de-pau e a arrogância de afirmar que o brasileiro trabalha pouco. Ele não sabe o que é trabalhar. Começou a vida aos 19 anos como funcionário fantasma num esquema de rachadinhas no gabinete de seu pai em Brasília. Recebia sem trabalhar. Depois, com um empurrão do pai, se elegeu deputado estadual no Rio e montou um gigantesco esquema de rachadinhas em seu gabinete. Desviava dinheiro público para o seu bolso.

Isso sem falar do flagrante da Polícia Federal que o pegou pedindo R$ 134 milhões ao banqueiro ladrão Daniel Vorcaro. O ex-dono do Banco Master está preso depois de se envolver na maior fraude bancária da história do Brasil. Ele deu um rombo em servidores públicos , aposentados, ao BRB e a investidores de R$ 50 bilhões. Pegou uma parte desse dinheiro sujo e o repassou para Flávio Bolsonaro. Até agora o candidato fascista não deu explicações sobre o destino desse dinheiro.

Em suma. O que está em jogo nas eleições de outubro é se o Brasil segue no caminho da luta pelo crescimento econômico e pela melhora de vida das pessoas, se mantemos a esperança em dias melhores com Lula, ou se o Brasil, nas mãos do bolsonarismo, virará uma república das milícias, um quintal dos Estados Unidos e uma senzala para os trabalhadores.

SÉRGIO CRUZ

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