Flávio é tão marionete de Trump que mudou texto da carta golpista em obediência à ordem dos EUA

Flávio Bolsonaro, com Trump, no gabinete oval da Casa Branca (Foto: RS/Via Fotos Públicas)

Disse que era “presidente eleito” do Brasil. Queria imitar Guaidó, outro traíra, e se deu mal. Teve que mudar. Até na traição ao país ele é um capacho e um invertebrado

Flávio Bolsonaro não tem autonomia nem mesmo para trair o Brasil da forma que ele queria fazer. Disse na carta golpista que divulgou após fugir para os Estados Unidos que era o “presidente eleito” do Brasil.

Logo em seguida foi obrigado a corrigir para “líder do Brasil” no lugar de “presidente eleito”. Divulgou-se que a carta teria sido feita pelo chatGPT [inteligência artificial] e que a afirmação inicial tinha sido um erro da própria IA. Mais uma mentira na coleção de Flávio Bolsonaro. Um vexame.

Quem obrigou, na verdade, o fujão a mudar o texto, de presidente eleito para líder do Brasil, foi o próprio governo dos Estados Unidos. O candidato derrotado imediatamente seguiu as ordens de seus donos e mudou o texto.

Ou seja, Flávio não conseguiu o que queria, se transformar no “Guaidó” brasileiro, numa referência a Juan Guaidó, um traidor venezuelano que foi reconhecido pela Casa Branca como eleito mesmo tendo perdido a eleição no país vizinho.

No Brasil, 27 dos 30 partidos reconheceram a vitória insofismável de Lula que obteve 64 milhões de votos contra cerca de 50 milhões de votos do adversário. No mundo, 90 países, entre eles os principais, já reconheceram a vitória de Lula e o cumprimentaram pela façanha democrática. Até mesmo Trump, que anda transtornado com a eleição americana, teve que admitir a vitória de Lula, mesmo resmungando sobre o processo brasileiro.

Em suma, Flávio se desgastou com todo mundo. Até seu partido, o PL, manifestou seu descontentamento com a fuga e a carta golpista divulgada por ele. Hoje ele é a figura mais isolado politicamente da história do Brasil. Seus aliados estão querendo distância dele e de sua família.

Este episódio revela que Flávio Bolsonaro pretendia, se fosse eleito, entregar o comando do país para a Casa Branca. Ele não faria nada que Donald Trump não quisesse. Sua derrota significou que a população brasileira se apercebeu de que seu “patriotismo” era uma farsa e que o Brasil estava em risco.

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