Flávio nunca trabalhou. É por isso que ele é ferozmente contra o fim da escala 6×1

Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). (Foto: Roque de Sá - Agência Senado)

Filinho de papai não sabe o que é trabalho. Ele sempre ganhou dinheiro de forma ilícita, como as rachadinhas, a lavagem de dinheiro na loja de chocolate e as conversas tenebrosas com Daniel Vorcaro

O presidente Lula está se esforçando muito para aprovar o fim da escala 6×1. Uma escala que impede as pessoas de descansar no fim de semana com a família. Ele já convenceu o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, da importância de votar a proposta antes do fim do ano. Já Flávio Bolsonaro, que nunca trabalhou, se esforça de todas as maneiras para derrotar a proposta.

Sábado e domingo é sagrado para a família. A carga de 40 horas semanais é uma conquista da civilização há muito tempo. É um descanso que existe no mundo todo. É desumana a escala de 48 horas, que obriga as pessoas a trabalharem de segunda a sábado, sem terem direito ao fim de semana com a família. Desde o início do século XX existe a luta pela redução da jornada para 40 horas semanais.

Nesta polêmica fica clara a diferença gritante entre os dois candidatos a presidente. Lula quer o bem do trabalhador. Ele acabou com o congelamento do salário mínimo que Jair Bolsonaro impôs aos trabalhadores durante quatro anos. O presidente voltou a reajustar o salário acima da inflação. Ele mesmo acha que isso ainda é pouco e que deve aumentar mais, mas o que Flávio quer é congelar o salário, como seu pai fez. Ele quer esfolar o trabalhador.

Lula reduziu o imposto para quem ganha até R$ 5 mil por mês e, agora, quer o descanso de dois dias na semana. Já Flávio Bolsonaro é contra tudo isso. Ele quer cortar programas sociais e quer repetir o pai e congelar o salário de novo. Ele faz tudo o que pode para impedir a votação do fim da escala 6×1. Flávio quer reduzir também o valor das aposentadorias e dificultar o acesso dos brasileiros a ela. Se ele puder, implanta o regime de escravidão no Brasil.

O candidato fascista não vive, e nunca viveu, de seu esforço pessoal. Desde entrou na política, puxado pelo pai, o farsante vive de rachadinhas, chocolates e falcatruas. Empregou milicianos em seu gabinete no Rio de Janeiro e lavou dinheiro numa loja de fachada de chocolates na Barra da Tijuca. Depois comprou uma mansão de R$ 6 milhões em Brasília e nunca explicou de onde veio o dinheiro. Repetindo. Ele nunca trabalhou e não tinha renda que justificasse a compra.

Lula sabe da importância do descanso no fim de semana para a harmonia da família brasileira porque desde muito cedo já trabalhava. Flávio sempre foi sedentário, parasita e oportunista. Recentemente ele foi flagrado num áudio pedindo R$ 134 milhões ao banqueiro ladrão, Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Este banqueiro está preso por dar um golpe de R$ 50 bilhões no país. Deu o golpe e repassou R$ 61 milhões para Flávio.

Num primeiro momento, o candidato fascista negou a veracidade do áudio da conversa com o banqueiro. Mas, depois, diante dos fatos, foi obrigado a admitir que era ele mesmo pedindo o dinheiro. Ele acabou pegando $ 61 milhões e não explicou até hoje onde foi parar esse dinheiro. É esse picareta que quer esfolar os trabalhadores. Todo parasita que não trabalha alega que os brasileiros não trabalham. Que são preguiçosos, etc. É por isso que Flávio é contra o fim da escala 6×1.

Ele vive a custa de golpes, de rachadinhas e de conversas tenebrosas como esta com Daniel Vorcaro. Para ele, o trabalhador brasileiro tem que trabalhar mais e ganhar menos. Ele até defende que quem quiser pode trabalhar mais. É evidente que não é disso que se trata. Quem necessitar trabalhar mais, pode, mas deve ganhar hora extra por isto. Mas o que Flávio quer é que o patrão possa obrigar o trabalhador a cumprir as 48 horas por semana ou mais sem descanso.

O que os brasileiros querem são empregos de qualidade, salários decentes e descanso nos fins de semana. Isso fará bem para a sociedade. É por isso que Lula está se empenhando para aprovar o fim da escala 6×1. Os magnatas sempre foram contra os avanços civilizacionais. Foi assim quando Getúlo criou o salário mínimo, férias remuneradas e o décimo terceiro. Disseram que o Brasil ia quebrar e aconteceu exatamente o inverso. O bolsonarismo representa os parasitas e exploradores. É por isso que Flávio é contra o fim da escala 6×1.

SÉRGIO CRUZ

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