Flávio, o pilantra que nunca trabalhou, foi contra dois dias de descanso para o trabalhador

Flávio Bolsonaro curtindo uma paia com o "sicário" do dono do Banco Master (reprodução)

O candidato fascista começou como funcionário fantasma no gabinete do pai e, depois, como deputado estadual, montou um esquema de rachadinha para roubar em seu próprio gabinete. Este farsante foi contra o fim da escala 6×1

O homem que nunca trabalhou, o senador Flávio Bolsonaro, se empenhou de todas as formas possíveis para impedir a votação do projeto do governo Lula que institui o mínimo de dois dias de descanso por semana para os trabalhadores brasileiros.

Flávio e seus cúmplices fizerem de tudo para impedir a votação no plenário do Senado do projeto de fim da escala 6×1 obrigatória. A proposta foi aprovada na CCJ. O governo Lula ainda tenta aprovar e, se não conseguir, voltará a pressionar pela aprovação da lei logo após as eleições. O presidente está comprometido com a melhora na vida dos trabalhadores. Já o bolsonarismo quer retornar aos tempos da escravidão.

O candidato fascista não gosta que se diga que ele nunca trabalhou. Mas é a pura verdade. Ele começou a receber salários com 19 anos como fantasma num esquema de rachadinha no gabinete do pai em Brasília. Nem aparecia no gabinete para trabalhar. Depois, com a ajuda do pai, foi eleito deputado estadual e montou outro esquema criminoso de rachadinha no seu próprio gabinete.

Sempre viveu pendurado no pai e a nas tetas do Estado. Agora é senador e só vai três vezes por semana a Brasília, mas quer obrigar os trabalhadores brasileiros a trabalharem de segunda a sábado, com apenas um dia de descanso com a família. É muita hipocrisia. Além de não trabalhar, Flávio está envolvido até o pescoço em escândalos de corrupção.

Este foi o caso dos R$ 65 milhões roubados pelo dono do Banco Master e repassado para o senador. Ele foi pego em flagrante negociando com o banqueiro ladrão a transferência do dinheiro. Até agora, Flávio Bolsonaro não explicou onde foi parar esse dinheiro. Vorcaro depositou os R$ 65 milhões num fundo nos EUA administrado pro Eduardo Bolsonaro.

Nunca trabalhou e quer esfolar os trabalhadores. Esta é o verdadeiro empenho de Flávio. Ele trabalhou para impedir a votação do projeto que acaba com a escala 6×1. O demagogo diz que o trabalhador pode, se quiser, trabalhar mais. É claro que pode, mas aí tem que ganhar hora extra. Não é o que ele defende. O que projeto do governo pretende é o fim da obrigatoriedade de se trabalhar de segunda a sábado com apenas um dia de descanso. É hora de fazer o que se fez em todo o mundo: limitar a 40 horas semanais a carga obrigatória de trabalho. Será melhor para todos e para o país.

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