Justiça Eleitoral desautoriza fala golpista do candidato derrotado e reafirma que pleito transcorreu sem nenhum problema. Mundo inteiro aplaude vitória de Lula
O choro amargo da derrota de Flávio, que já estava nomeando ministros ao final do primeiro turno e se deparou com um turbilhão nunca visto de mobilização popular pela frente, se transformou em mais uma tentativa golpista, desta vez através do pedido de anulação da eleição.
A iniciativa é tão descabida que não tem respaldo em ninguém a não ser de meia dúzia de bolsonaristas tão desnorteados quanto ele. Nem mesmo o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kássio Nunes, que preparou o terreno para Flávio, jogando a decisão final sobre prorrogação ou não do pleito para o Supremo Tribunal Federal (STF), aderiu à iniciativa golpista. “A prorrogação do pleito não interferiu no resultado”, afirmou.
Toda a mídia brasileira repudiou a atitude do candidato fascista e destacou que isso faz parte do DNA golpista da família Bolsonaro. A constatação de que apenas 30 mil pessoas votaram após as 17 horas e a diferença de mais de 4 milhões de votos a favor de Lula revelou o quão ridícula é a alegação levantada para a anulação do pleito. Ele alegou, cinicamente, como sempre, que teria sido prejudicado pela prorrogação da votação.

O país inteiro viu isso como mais uma mentira de Flávio. Além do mais, a decisão não foi para atender ao pedido da campanha de Lula, como alegou o fascista. A própria campanha de Flávio Bolsonaro também solicitou a prorrogação da votação por mais duas horas. A decisão do ministro Dias Toffoli, de prorrogar o pleito por duas horas, fez questão de destacar em sua resolução que estava atendendo a um pedido feito pelas duas campanhas.
Ou seja, Flávio perdeu a eleição por uma diferença de mais de quatro milhões de votos, está completamente isolado politicamente, e, como todo bom fascista, tenta mais uma medida de força para tentar virar o jogo no tapetão. Esta iniciativa está fadada a uma completa derrota em qualquer instância decisória. Ministros da Corte Eleitoral já se manifestaram desautorizando o candidato derrotado e reconhecendo a vitória incontestável do presidente Lula.
A nível internacional, a vitória de Lula foi comemorada no mundo inteiro. A festa popular que explodiu em todo o país foi manchete dos principais jornais do planeta. Os governos do México, França, da União Europeia, Uruguai, China, Rússia, e muitos outros já reconheceram a vitória de Lula. Apenas o representante da extrema-direita americana, Marco Rubio, choramingou sobre o resultado e trabalhou pelo silêncio de alguns capachos de Trump em países vizinhos ao Brasil. O resto do mundo está feliz coma a vitória de Lula.










