Plano bolsonarista ataca Previdência, empregos, salários e trará prejuízos bilionários ao agronegócio

Paulo Guedes. Foto: Marcello Casal/Agência Brasil Flávio Foto: Roque de Sá - Agência Senado

Apesar de esconderem da população, vazaram informações de que Flávio pretende desmontar a Previdência Social, arrochar salários, provocar desemprego e atacar a produção agrícola brasileira para “ajudar” os EUA

Os bolsonaristas escondem seus verdadeiros objetivos. Eles não falavam mas congelaram o salário mínimo, cortaram programas sociais e atacaram os direitos trabalhistas.

Agora, Flávio Bolsonaro tenta esconder de novo, mas seus seguidores acabam sem querer abrindo o jogo. Seu plano de governo prevê ataques violentos à Previdência Social, aos salários e prepara a eliminação de serviços públicos essenciais.

O coordenador da campanha, senador Rogério Marinho (PL-RN), afirmou recentemente que o modelo atual de Previdência “está estourando” e defendeu a necessidade de revisitar tanto a Previdência quanto a legislação trabalhista. A fala deixa clara a intenção da retomada de reformas para reduzir direitos, especialmente em um contexto de alta vulnerabilidade social.

Os alvos principais do bolsonarismo são a desvinculação de gastos com saúde e educação dos pisos constitucionais, o que, na prática, mudanças na política do salário mínimo, congelando ganhos reais e reduzindo benefícios previdenciários e assistenciais; Revisão das regras da Previdência, incluindo possíveis alterações na forma como os benefícios são corrigidos. Todos esses ataques são defendidos pelos banqueiros a quem Flávio Bolsonaro sempre se curvou.

Nos bastidores, a equipe econômica bolsonarista trabalha com “ajuste” fiscal inicial de cerca de 2% do PIB. Ou seja, cortes que podem passar de R$ 300 bilhões. Este é um “recado ao mercado”. Eles prometem medidas que recaem de forma desproporcional sobre a população de menor renda.

Apesar de esconder seus objetivos, em declarações anteriores, Flávio Bolsonaro já indicou uma agenda de arrocho social. Em fevereiro, afirmou que promoveria um “tesouraço” nas contas públicas e que seria possível privatizar até 95% das estatais.

Em viagem recente ao Texas, nos EUA, para participar de um encontro de fascistas e ferozes neoliberais, Flávio Bolsonaro prometeu entregar todas as riquezas minerais do Brasil para ajudar a salvar a economia americana. Prometeu também prejudicar os produtores rurais brasileiros, afastando a China do Brasil. A China é hoje o principal parceiro comercial do Brasil e o maior destino dos produtos do agronegócio brasileiro.

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