O ex-chanceler e assessor de Lula, Celso Amorim, denunciou que a classificação feita pelos Estados Unidos de que o PCC e o CV são organizações terroristas é “pretexto para intervenção”.
“Cooperação internacional é bem-vinda, especialmente em temas como lavagem de dinheiro e contrabando de armas. Pretexto para intervenção é inaceitável”, disse Amorim em nota.
“Segurança pública é um tema fundamental para o desenvolvimento socioeconômico. Crime organizado é um mal que tem que ser combatido”, completou.
O governo Trump anunciou que agora o país considera o PCC e o Comando Vermelho como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTO, na sigla em inglês).
Os bolsonaristas participaram dessa conspiração que pode resultar em um ataque dos Estados Unidos contra a soberania brasileira a pretexto de “combate ao terrorismo”.
Flávio Bolsonaro agradeceu a Marco Rubio, secretário de Estado dos EUA, em suas redes sociais. “O povo brasileiro de bem agradece a atenção e o compromisso de Marco Rubio e de Donald Trump”, escreveu. Ele ainda tenta capitalizar em cima dessa decisão, falando que ela decorre de sua viagem para os EUA.
Flávio esconde os esforços do atual governo para combater o crime organizado, como as Operações Carbono Oculto e Fluxo Oculto, da Polícia Federal, que desmontaram a estrutura de lavagem de dinheiro dessas organizações em todo o país.
Foi a pretexto de um suposto combate ao tráfico de drogas que o governo dos Estados Unidos invadiu a Venezuela e sequestrou seu presidente, Nicolás Maduro.
Eduardo Bolsonaro, que mora nos EUA e trabalha para o governo Trump contra o Brasil, disse que agora o PCC e o CV “vão poder ser combatidos igual bin Laden era”. Sob a justificativa de combater bin Laden, os EUA invadiram e ocuparam o Afeganistão por quase 20 anos.











