Ronaldo Carmona comemora decisão de criação do “GPS nacional”

Professor Ronaldo Carmona, à esquerda, reunido com o general Marcos Amaro, do GSI e demais integrantes do Finep (Foto: divulgação)

O professor da ESG esteve reunido com o general Marcos Antônio Amaro dos Santos, Ministro Chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República para discutir o assunto

O professor, especialista em geopolítica, da Escola Superior de Guerra (ESG), Ronaldo Carmona, reuniu-se nesta quinta-feira (3) como general Marcos Antônio Amaro dos Santos, Ministro Chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, para discutir a criação do “GPS nacional”.

A reunião do Comitê de Desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro (CD-PEB), considerada histórica pelo professor da ESG, aprovou a criação do “GPS nacional”. O professor Carmona, que também é assessor da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), comemorou a assinatura do projeto. Para ele, o país necessita deste sistema o mais rapidamente possível. Ele vem defendendo que o país precisa avançar no setor de defesa nacional diante do acirramento das tenções e dos conflitos internacionais.

Ronaldo Carmona é incisivo na defesa de que o país obtenha meios de se defender, já que a tenção mundial não para de crescer, desde que Donadl Trump assumiu o segundo mandato presidencial nos EUA. Em sua avaliação sobre a agressão dos EUA e Israel ao Irã, ele deu muita importância à força defensiva demonstrada pela República do Irã. Segundo Carmona, mesmo com algum nível de degradação das capacidades militares iranianas, o país demonstrou uma capacidade de reação bastante expressiva no cenário internacional.

Para ele, o Brasil deve intensificar sua preparação militar tendo em vista o aprimoramento da defesa da soberania nacional, cada vez mais ameaçada. O especialista analisou os objetivos dos EUA em relação ao Irã e avaliou que a poder de dissuasão do Irã, fruto de grandes investimentos em defesa, foi decisivo para que o país não fosse derrotado. “Na proclamação inicial do presidente Trump, se propôs, literalmente, que o objetivo da operação era a decapitação do regime. Este objetivo não foi conquistado”, destacou.

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