O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) celebrou o dia da Independência do Brasil com uma mensagem defendendo a soberania do país e afirmando que o Brasil “está pronto para mais” transformações.
O vídeo publicado por Alckmin diz que o Brasil tem “um povo que sabe que a liberdade também é decidir o próprio caminho, que soberania é cuidar do que é nosso, sem precisar seguir sozinho”.
“Celebramos hoje um dos maiores símbolos da nossa história, da nossa soberania e do orgulho de ser brasileiro. Amor por essa terra adorada e disposição para construir um Brasil cada vez mais forte, justo e pronto pra mais”, acrescentou o ex-governador de São Paulo à mensagem.
Geraldo Alckmin participou, nesta segunda-feira (7), do desfile ao lado de Lula e dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF, Edson Fachin.
A celebração da Independência ocorre em meio a ataques dos Estados Unidos contra a soberania do Brasil. Donald Trump impôs tarifas extras contra os produtos brasileiros e tem atacado o sistema eleitoral brasileiro.
Além disso, os EUA usaram dinheiro do governo federal para comprar a única mina de terras raras em operação no Brasil, localizada em Goiás, e interromper toda a venda para a China, revertendo todo o minério para os próprios Estados Unidos. Trump como vassalo, no Brasil, o grupo de Flávio Bolsonaro (PL), que executa servilmente suas ordens.
Na mensagem publicada, Alckmin enfatiza que “o Brasil tem floresta, rio, terra e mar, tem riqueza que a gente não entrega, tem futuro para preservar”.
O presidente Lula afirmou, em discurso feito em cadeia nacional no Dia da Independência, que “precisamos nos manter fortes e altivos, sem baixar a cabeça, para não deixarmos que o Brasil se transforme, novamente, em colônia de outras potências estrangeiras. Não somos, e não seremos colônia de ninguém”.
Geraldo Alckmin também defendeu o fim da escala 6×1, dizendo que “se o filho teu não foge à luta, também precisa de tempo para viver, porque trabalhar seis dias com um só de descanso não pode ser o destino de quem faz o país crescer”.
A pauta, defendida pelo governo Lula, foi aprovada na Câmara dos Deputados e na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, mas os bolsonaristas estão sabotando seu andamento e conseguiram adiar a votação no plenário.










