Uma farsa atrás da outra: desmoralizado, Flávio admite que mentiu também sobre currículo

Flávio Bolsonaro mente mais uma vez (Foto: Sérgio Lima - AFP)

Contumaz em falsificações, candidato fascista foi pego em outra de suas mentiras. Desta vez foi sobre seu currículo. Ele foi obrigado a admitir a mentira e divulgou nesta quinta-feira (13) sua verdadeira formação, sem o curso apesentado antes

O senador foi pego numa falsificação de seu currículo. Informou que tinha pós-graduação em Ciência Política pela UFRJ. O G1 foi atrás e a universidade negou que ele tenha estudado lá. Era mais uma de suas farsas. Se ele mente nisso, imagine no resto.

A campanha, que tinha informado oficialmente o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que o candidato fascista tinha o curso, tentou se explicar afirmando que poderia ter sido uma falha da Wikipedia. Pelo jeito, eles copiaram as coisas da Wikipedia. Mas, o problema é que a falsificação já tinha sido feita antes.

Perfis do candidato procurados no Legislativo do Rio de Janeiro, onde ele foi deputado estadual, e no Senado também apontavam que ele havia feito a tal pós-graduação na Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Agora, desmoralizado, ele divulga um novo currículo sem a citação do curso. Foi pego em mais uma mentira. Já tinha mentido sobre o Banco Master. Disse que nunca tinha conversado com Daniel Vorcaro e depois foi flagrado em altos papos com o banqueiro ladrão, pedindo R$ 134 milhões.

Além disso mente também sobre ter prometido a Trump acabar com o PIX. O chefe da Casa branca quer acabar com o PIX porque ele é de graça para os brasileiros e, segundo ele, isso estaria prejudicando os lucros das empresas americanas Visa e Mastercard.

Mente também sobre suas relações com milícias e com facções criminosas. É sabido que ele homenageou Adriano da Nóbrega, assassino profissional e chefe de uma das milícias mais perigosas do Rio. Albergou a mãe e a mulher do criminoso em seu gabinete na Alerj.

Sobre as facções, o fatos falam por si. Dois indicados seus para o governo Cládio Castro, o Secretário Estadual de Esportes do Rio de Janeiro, Alessandro Pitombeira Carracena, e o secretário de Defesa do Consumidor, Gutemberg Fonseca, foram presos por trabalharem para o Comando Vermelho.

Rodrigo Bacellar, por exemplo, ex-presidente do legislativo do Rio, é um aliado íntimo de Flávio. Ele era o preferido do senador para suceder Claudio Castro no governo do estado. Pois bem, Rodrigo Bacellar está preso também por ligações com o Comando Vermelho. Então, Flávio Bolsonaro não para de mentir. Por isso que o presidente Lula afirma que a eleição de outubro será uma disputa entre a ve4rdade e a mentira.

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