Cinco das oito atividades pesquisadas pelo IBGE tiveram alta. Supermercados, móveis e eletrodomésticos tiveram queda nas vendas. Tecidos, vestuário e calçados ficaram estagnados
As vendas do comércio varejista brasileiro cresceram 0,5% entre fevereiro e março, acumulando crescimento de 2,4% em 2026, informou nesta quarta-feira (13) a Pesquisa Mensal do Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Na comparação com março do ano passado, as vendas foram 4% maiores. Com os resultados, o comércio atingiu patamar 12,5% acima do nível pré-pandemia (fevereiro de 2020). São dado da pesquisa do IBGE sobre o volume de vendas do comércio.
Na análise mensal, cinco das oito atividades pesquisadas pelo IBGE tiveram alta em março, incluindo Equipamentos e material de escritório (5,7%), Combustíveis e Lubrificantes (2,9%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,9%), Livros, jornais, revistas e papelaria (0,7%) e Artigos farmacêuticos e médicos (0,1%).
Do outro lado, a atividade de Hiper e Supermercados, a maior do varejo, teve resultado negativo de 1,4%. Móveis e eletrodomésticos (-0,9%) também teve desempenho negativo no mês e Tecidos, vestuários e calçados, variação nula (0,00%), segmentos dependentes do crédito, que têm sofrido o impacto das elevadas taxa de juros.
VAREJO AMPLIADO
O comércio varejista ampliado, que inclui vendas de Veículos, motos, partes e peças, Material de construção e o varejo Atacado de produtos alimentícios, teve variação de 0,3% em março. Material de construção apresentou alta de 1,6% e Veículos e motos, partes e peças registro queda (-0,6%) entre fevereiro e março.Frente a março de 2025, o varejo ampliado logrou crescimento de 6,5%. Com os resultados de março, as vendas do varejo ampliado operam 8,2% acima do patamar pré-pandemia.
VENDAS POR REGIÃO
Frente a fevereiro, o comércio varejista teve resultados positivos em 19 das 27 Unidades da Federação em março, com destaque para Maranhão (3,8%), Amazonas (3,7%) e Piauí (3,5%). Por outro lado, o volume de vendas teve quedas importantes na Bahia (-2,2%), Pernambuco (-2,0%) e São Paulo (-1,0%).











