2 de Julho: a Bahia expulsou os portugueses e Lula vai mandar a ‘recolonização’ de Trump às favas

Lula e a bandeira nacional. (Foto: Ricardo Stuckert)

Viva o 2 de Julho, data em que os traidores da pátria foram vencidos e os colonizadores foram definitivamente varridos do território nacional

A Bahia expulsou definitivamente os colonizadores que sangraram o Brasil. No dois de Julho de 1823, os patriotas baianos completaram o que havia sido iniciado com Zumbi, com Gaurarapes, com Tiradentes, com os Alfaiates, com a Revolução Pernambucana e com os irmãos Andrada.

A batalha de Pirajá e o heroísmo do povo baiano ficarão para sempre marcadas como a decisão corajosa e definitiva de um povo de ser livre e independente.

É fundamental que esse tipo de decisão seja fortemente lembrada em tempos como os atuais, em que os novos colonizadores, agora imperialistas, sonham em retomar suas colônias e explorá-las de forma ainda mais violenta sanguinária do que antes.

As ameaças que hoje pairam sobre o Brasil, com as que fazem o degenerado e desesperado império americano, se assemelham ao que pretendiam os portugueses quando se refugiaram em terras baianas em sua tentativa de manter seus gordos privilégios no Brasil.

Lá eles também pensaram em recolonizar o Brasil após a conquista da independência formal em 1822. Mas, também ali, foram derrotados pelo heroísmo do povo baiano.

Agora, eles ameaçam garrotear o Brasil na condição de quintal dos EUA para sangrar suas riquezas. Se antes era o ouro e o diamante das Minas Gerais, hoje sua cobiça se dirige ao petróleo e os minerais críticos, como as terras raras e outros insumos, indispensáveis para o uso em altas tecnologias.

A determinação de pessoas como Maria Quitéria, como o general José Joaquim de Lima e Silva, comandante do Exército Libertador, e como Maria Felipa, garantiram a consolidação da independência nacional no 2 de Julho. Esta é a mesma determinação que temos agora de pessoas como o presidente Lula, e de toda a frente patriótica que o cerca, para defender o Brasil da atual sanha imperialista.

A defesa da pátria é a luta do momento. A juventude brasileira e toda a população do país estão sendo chamadas para garantir a liberdade e o desenvolvimento nacional. Assim como, de toda a trajetória pela redenção da pátria surgiram os grandes heróis, nela também rastejaram os traidores que se venderam em troca de migalhas do opressor. Houve o tempo de Silvério do Reis – traíra que apunhalou o país pelas costas – e há, agora, aqueles que o imitam e repetem sua traição, como faz a família Bolsonaro.

A libertação final do Brasil no 2 de Julho de 1823 foi um ponto final na exploração portuguesa de nossas riquezas e a derrota humilhante para todos os traidores do país, como Silvério e outros. Assim também, a vitória de Lula em outubro deste ano será a derrota, também definitiva, da tentativa de recolonização do Brasil pelo império em decadência a pela decrépita ditadura norte-americana. Será também o enterro dos traidores e serviçais da atualidade, ou seja, do fascismo bolsonarista e seus seguidores.

SÉRGIO CRUZ

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