Deputada do PCdoB-RJ reage ao servilismo grotesco da família Bolsonaro ante o governo Trump
A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) voltou a criticar a atuação “vende-pátria” da família Bolsonaro em conspiração com o governo fascista de Donald Trump.
Em publicação nas redes digitais, a parlamentar afirmou que a aproximação de Flávio Bolsonaro com Trump não tem como objetivo central o combate ao crime organizado, mas sim a construção de condições políticas para o retorno do grupo ao poder para praticar mais crimes.
O chefe da família, Jair Bolsonaro, está condenado, em prisão domiciliar por tentativa de golpe. No planejamento do golpe, conforme provas obtidas pelas investigações, constava assassinar Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro do STF, Alexandre de Moraes
“Nada que a família Bolsonaro faz é pensando no Brasil”, escreveu a deputada no X. Na mesma mensagem, ela classificou como “entreguismo” a estratégia de aproximação com Washington e alertou para os riscos à soberania nacional.
“Nada que a família Bolsonaro faz é pensando no Brasil. A aliança com os EUA nāo tem como objetivo combater facções criminosas como o PCC e o CV. O entreguismo é o preço para voltarem ao poder. O custo para nossa soberania e para os brasileiros é imensurável. E lutaremos para que não seja pago! NUNCA”, afirmou.
SANÇÕES, TARIFAS E STF
A manifestação da deputada Jandira Feghali dialoga com outro episódio que continua produzindo repercussões em Brasília: a traiçoeira atuação de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos.
O ex-parlamentar responde à ação penal no STF (Supremo Tribunal Federal) sob acusação de atuar com autoridades americanas para pressionar instituições brasileiras e favorecer interesses políticos ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
O julgamento está marcado para o próximo dia 16 de junho. Segundo a acusação, ele teria participado de iniciativas relacionadas a sanções contra autoridades brasileiras e ao chamado “tarifaço” sobre produtos nacionais.
A PGR (Procuradoria-Geral da República) sustenta que houve tentativa de constranger autoridades responsáveis por processos que envolvem o ex- presidente Jair Bolsonaro (PL).











