Jandira rebate governo Trump e TariFlávio: “Brasil nunca se recusou a negociar”

Deputada Jandira Feghali (RJ), líder do PCdoB. Foto: Reprodução - TV Senado

“A família Bolsonaro não se cansa de prejudicar o nosso país. Flávio Eduardo foi a Donald Trump e Marco Rubio para fazer uma nova tarifa contra a economia brasileira, contra os produtos brasileiros”

A deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) denunciou que Flávio Bolsonaro traiu o Brasil e prejudicou a economia brasileira ao pedir para Donald Trump que fossem impostas tarifas contra os produtos brasileiros.

“Mais uma traição ao Brasil pelo povo brasileiro. A família Bolsonaro não se cansa de prejudicar o nosso país. Flávio Eduardo foi a Donald Trump e Marco Rubio para fazer uma nova tarifa contra a economia brasileira, contra os produtos brasileiros de sua exportação”, criticou a parlamentar.

“Com isso, prejudica a indústria brasileira e vai acabar prejudicando também a economia americana, porque a inflação de lá vai subir”, explicou.

A deputada e líder da bancada do PCdoB afirmou ser mentirosa a justificativa apresentada pelos EUA de que eles saem prejudicados na relação comercial com o Brasil.

“Esses caras argumentaram que havia problema econômico, não há. Os Estados Unidos têm um superávit em relação ao Brasil de quase R$ 2,5 trilhões, ou seja, quase US$ 425 bilhões, em relação ao Brasil”, rebateu.

“Querem também condenar o PIX porque incomoda as bandeiras dos cartões de crédito deles”, disse.

Além disso, os EUA e os bolsonaristas dizem que a liberdade de expressão no Brasil tem sido violada. Jandira disse que o Brasil sequer “conseguiu regular as redes, mas deveríamos regular os crimes das redes, como as mentiras e as fake news desses bolsonaristas”.

A deputada federal assinalou que “o Brasil nunca se negou a negociar, o Brasil sentou à mesa durante todo o tempo, mas finalmente Trump decidiu contra o Brasil a pedido desses falsos patriotas”.

“Mas é bom dizer que quem manda no Brasil é o povo brasileiro. O PIX é do Brasil. E o destino do Brasil está nas mãos e nas urnas do nosso povo. É aqui que vamos decidir que não somos colônia, nem quintal de ninguém”, completou.

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