Nunca tanta gente foi presa no Reino Unido, por declarações publicadas, como durante o governo do primeiro-ministro que apresenta sua renúncia, diz George Galloway
O primeiro-ministro que apresenta sua renúncia, Keir Starmer, teve mais pessoas sendo presas por publicações em redes sociais do que em qualquer outro país do mundo, denuncia o ex-parlamentar George Galloway, em entrevista à rede RT.
A entrevista de Galloway se refere ao anúncio de Starmer, desta segunda-feira, de que renunciaria ao cargo de primeiro-ministro e à liderança do Partido Trabalhista até setembro.
Galloway, que foi expulso do Partido Trabalhista em 2003 por se opor à participação inglesa na Guerra do Iraque, diz que o povo britânico está feliz pela saída de Starmer.
Segundo Galloway o primeiro-ministro, que governa desde 2024, aprofundou a subserviência do país aos interesses dos Estados Unidos e partícipe da agressão de Israel e da Ucrânia.
Segundo pesquisa do instituto YouGov, somente 18% dos ingleses viam positivamente o governo de Starmer.
O ex-deputado lembrou ainda que, antes de se tornar primeiro-ministro, Starmer foi diretor de Acusações Públicas e do Serviço de Acusação da Coro quando atuou ativamente na perseguição ao jornalista Julian Assange, que denunciara os crimes de guerra dos EUA no Iraque.
Starmer decidiu sair do governo depois de mais de 100 deputados trabalhistas o instaram a renunciar e vários ministros renunciarem.











