O sujeito é tão bajulador de Trump que já se considera americano. Falou em inglês que ia na Casa Branca tentar prejudicar o Brasil. Deve torcer para a seleção dos EUA
Num vídeo, divulgado em inglês, o ex-deputado pede ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que “reimponha” sanções ao ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, alegando que o magistrado seria um violador de direitos humanos. Eduardo foi condenado por unanimidade na Primeira Turma da Corte, por crime de obstrução de Justiça.
A coação no curso do processo se deu pelo fato do réu já ter articulado pressões dos Estados Unidos para intimidar autoridades do Judiciário brasileiro. A manobra contra a Justiça brasileira buscava impedir o julgamento da trama golpista que levou à condenação do pai de Eduardo, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O ex-parlamentar, que abandonou o país e foi conspirar nos Estados Unidos com a extrema-direita americana contra o Brasil, alega que sua condenação seria uma forma de perseguição política e que não reconhece a sentença. Ele não indicou advogado de defesa e afirmou, como está fazendo agora, que iria recorrer ao presidente Trump. Ou seja, Eduardo bananinha, como é conhecido nos meios políticos, é um traidor tão convicto que ele já se considera um norte-americano. Deve torcer ara a seleção americana de futebol.
O deputado cassado ofereceu recentemente o PIX brasileiro para Trump. O presidente dos EUA quer acabar com o PIX porque ele é de graça para a população brasileira. O chefe da Casa Branca defende com unhas e dentes os superlucros de empresas americanas como Visa e Mastercard.
Eduardo vive com a família no Texas, nos Estados Unidos. Mora numa mansão avaliada em R$ 6 milhões e paga um aluguel de R$ 30 mil por mês. O ex-deputado foi cassado por abandono do mandato e não recebe mais salário pela Câmara dos Deputados. A Polícia Federal suspeita que parte dos R$ 61 milhões que Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, enviou para os EUA, serviram para manter o trabalho conspiratória de Eduardo naquele país.
Segundo a decisão do STF, Eduardo tentou coagir magistrados e procurar autoridades estadunidenses para influenciar o Judiciário brasileiro. Além da pena, em regime semiaberto, o tribunal determinou multa, perda de cargo público e inelegibilidade por oito anos após o cumprimento da sentença. O traíra afirmou que o processo é nulo e acusou o ministro Alexandre de Moraes de agir por motivação pessoal. Com a condenação, ele perdeu também os direitos políticos no Brasil.
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