Sionista brasileiro prega assassinar Thiago Ávila e ativistas da flotilha

Samuel Feldberg durante apresentação do podcast (Foto: Reprodução - Vídeo)

O sionista brasileiro Samuel Feldberg, pesquisador da Universidade de Tel Aviv e diretor da StandWithUs Brasil, sugeriu que Israel deveria assassinar Thiago Ávila e os demais membros da flotilha Global Sumud, que foram presos ilegalmente ao tentarem levar ajuda humanitária para a população da Faixa de Gaza.

“Eu tenho a sensação de que a ação israelense é extremamente benevolente” em realizar somente prisões.

“Se eu fosse o responsável por essa ação, eu garantiria que a próxima vez que uma flotilha como essa partisse de qualquer lugar em direção a Israel ela seria a última”, continuou o fascista no podcast Levante, da StandWithUs, onde ele é coapresentador com Caio Blinder e Felipe Moura Brasil.

A informação é da Federação Árabe Palestina do Brasil (Fepal) e reproduzida pelo ICL Notícias.

Israel prendeu mais de 175 pessoas, dentre elas Thiago Ávila, que estavam em águas internacionais e levavam somente alimentos para a Faixa de Gaza, sem passar por Israel. O brasileiro está sendo mantido preso em uma cela solitária e sob privação do sono.

Samuel Feldberg mantém em seu currículo Lattes informações que dão a entender que ele é professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP), mas a instituição declarou que isso não é verdade.

A FFLCH pediu a ele “que corrija, nas suas redes sociais e no seu curriculum na Plataforma Lattes, informações que permitam inferir uma continuidade atual desse vínculo”.

Como diretor acadêmico da StandWithUs, Samuel Feldberg defende que Israel tem o direito de massacrar o povo palestino e não deve responder por isso.

Feldberg fez um pronunciamento pelas redes sociais no qual chamou a flotilha Global Sumud de “anti-Israel” e alegou estar sendo caluniado, nunca tendo pregado o assassinato de ativistas.

Segundo o sionista, ele apenas defende sanções e outras ações não-violentas “que proíbam a repetição dessas iniciativas de balbúrdia em zonas de guerra para fins de marketing e autopromoção”.

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